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politicaxix

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25.Mai.05

Educação Sexual da polémica

Há muito que a Esquerda bem pensante e politicamente correcta vem criticando o sistema educativo no que diz respeito à educação sexual, classificando-o de atrasado e retrógrado. Pois bem, se as novas orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde forem avante, Portugal será de longe o país mais avançado do mundo nesta matéria.

Mas vejamos o programa em mais detalhe. Em exercício de 50 minutos, destinado a turmas do 5.º e do 6.º ano, propõe-se que, durante a aula, os professores ponham os alunos de 10 a 12 anos a pensarem no maior número possível de sinónimos para palavras como testículos, pénis, vagina ou relação sexual. No final, e esgotadas todas as hipóteses, os estudantes devem afixar num «placard» o resultado deste trabalho. Mas que grande trabalho! No meu tempo para aprender estas palavras nem era preciso ir à escola, mas convenhamos que este exercício servirá para subir a média de muitos alunos menos dotados a outras disciplinas. Convém é que não repitam na catequese aquilo que aprenderam na escola.

Os responsáveis pelo novo programa de educação sexual das crianças esqueceram-se de consultar as associações de pais, mas naturalmente que não se esqueceram de consultar as associações de homossexuais. Como resultado são criados e apresentados às crianças novos conceitos de família. A família, que antigamente se definia como o agregado composto por pai, mãe e filhos, é agora reduzido a duas pessoas e a três variantes possíveis: Duas fufas, dois gays ou um homem e uma mulher. É ainda sugerido às crianças que “o normal” poderá ser a homossexualidade: Um teatro sugerido para o 2.º e 3.º ciclos: 5 alunos «fazem» uma viagem de avião e chegam a uma terra onde a maioria da população é homossexual. Improvisam-se diálogos entre viajantes e população e o debate deve ser orientado para questões como: um comportamento é saudável ou normal porque é maioritário? Outro exercício, para o 1.º ciclo, é falar sobre os diversos tipos de família.

expressofoto1.jpg
Os casais heterossexuais são minoritários no novo programa educativo

Paula Vilariça, pedopsiquiatra do Hospital Dona Estefânia, considera mesmo a desadequação etária um dos problemas mais graves deste programa e que conteúdos apresentados «não são esclarecedores» podendo mesmo «ser perturbadores, agressivos e até traumáticos para alguns alunos».
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Está em curso uma petição organizada pelo Fórum da Família para que se ponha cobro imediato a esta aberração.
http://www.forumdafamilia.com/peticao/peticao.asp

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