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politicaxix

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30.Nov.07

Portugal: 36 presos políticos vão a julgamento

"Os 36 elementos de extrema-direita, incluindo o seu líder, Mário Machado, vão a julgamento pelo crime de discriminação racial e outras infracções criminais conexas (...).

A investigação então finalizada esteve a cargo da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) e «focou, essencialmente, os mecanismos de difusão e o teor das mensagens públicas com carácter racista, xenófobo e anti-semita»."

Traduzindo para Português corrente: Estes meninos andaram a escrever nos fóruns da internet que são contra esta política de imigração? Lixaram-se. Há opiniões que em "democracia" são crime. Só gostava de saber porque raio o anti-semitismo da Esquerda não foi investigado.

"A juíza decidiu manter a medida de coacção de prisão preventiva a Mário Machado (...)"

Já o toxicodependente que assassinou uma senhora na sala de espera das urgências do hospital de Coimbra foi identificado e aguarda julgamento em liberdade. A sorte dele é que não escreveu nada de politicamente incorrecto nos fóruns de discussão... senão já estava lá dentro.

28.Nov.07

Portugal no pódio Europeu

Portugal surge em terceiro lugar no ranking dos países da União Europeia (UE) onde mais aumentou o número de crimes violentos e de roubos na década de 1995 a 2005.

Os dados, a que a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias alude, são do Eurostat, entidade responsável pelas estatísticas da UE, que regista, para o nosso país, um crescimento na ordem dos cinco por cento para o crime violento, que engloba violência contra as pessoas, roubo com violência e crimes sexuais.


À frente, no crescimento, surge a França (7%), seguida da Holanda (6%).

A rapaziada da Cova da Moura e companhia está de parabéns, acabam de catapultar Portugal para os pínáculos da Europa! Claro que com a Guerra Civil em França e com a Guerra Civil na Holanda era quase impossível chegar a um dos dois primeiros lugares. De qualquer forma, não há que lhes regatear felicitações e que venham mais. Portugal precisa deles.



19.Nov.07

Em defesa do ditador Hugo Chávez

 

Daniel Oliveira continua no seu Arrastão a defender o ditador Hugo Chávez com uma tenacidade digna de registro. Desta vez decobriu que 60% dos Venezuelanos estão satisfeitos com a "Democracia" de Chávez, a segunda percentagem em toda a América Latina, à excepção de Cuba. Esta percentagem é ainda quase o dobro da de há 11 anos.

Não questionando os números, há que os saber interpretar. E esses números estão relacionados não com o funcionamento da democracia na Venezuela mas sim com o impacto das políticas populistas de Hugo Chávez. É muito fácil "comprar votos" seguindo uma política de subsídios ou de prestação gratuita de serviços. Em Portugal, a "opinião da população sobre a Democracia" também iria melhorar caso o Governo diminuisse os impostos, aumentasse as pensões e aumentasse os salários da função pública. O grande problema é quando essa melhoria da qualidade de vida não é sustentável e está dependente de "receitas extraordinárias" ou da delapidação do património. E nesse caso, a factura acabará por chegar mais tarde.

Por uma questão de honestidade, o Daniel também poderia comparar o número de pessoas que abandona a Venezuela com o de há 11 anos. Ou o número de descendentes de Europeus que estão a pedir dupla nacionalidade para poder abandonar o país quando acontecer o que todos esperamos.
18.Nov.07

Na defesa de "El Comandante"


A Esquerda Portuguesa tomou a peito a defesa de "El Comandante" Hugo Chávez. Bem... para ser mais preciso eu diria antes a Extrema Esquerda, ou a Esquerda verdadeira, já que do PS tanto se ouviram vozes críticas, como a de António Vitorino, como acalorados apoios, como o de João Soares.

De entre os indefectíveis defensores de Hugo Chávez ganhou notoriedade a dupla de intelectuais de vanguarda composta pelos ex-barnabés Daniel Oliveira e Rui Tavares. Não querendo aparecer excessivamente colados à imagem de El Comandante venezuelano, Oliveira e Tavares adoptaram a estratégia de disparar em todos quantos criticassem Chávez, ao mesmo tempo que tentavam aparentar algum distanciamento. Daniel Oliveira chegou mesmo a dizer que preferia ver a Venezuela ser governada por outro (ditador da mesma linha política, entenda-se) ao passo que Rui Tavares se referiu ao seu populismo, como se não se tratasse de uma redundância num governo de Esquerda.

A grande arma desta dupla foi a indignação perante todos aqueles, como a inditosa Helena Matos, que tiveram a infelicidade de tratar Chávez por ditador. Logo Chávez, repetiram vezes sem conta, que chegou ao poder vencendo as eleições. Tal como Hitler e Mugabe, acrescente-se. Bem, mas o que está em causa é se vencer umas eleições é condição suficiente para que alguém possa ser considerado um democrata. E na realidade parece que não. Hugo Chávez comporta-se em tudo como alguém eternizado no poder. Todos os elementos que caracterizam as ditaduras se encontram presentes no regime de Chávez, incluindo o encerramento da comunicação social hostil e mais recentemente ataques a tiro contra os estudantes que lutam contra a consumação da ditadura.

Hugo Chávez define-se ele próprio como sendo "Socialista e Revolucionário", sendo que revolucionário é antónimo de democrata. É preciso ser-se mais claro?
14.Nov.07

Hugo Chavez (e o incidente na Cimeira Ibero-Americana)



Os Factos:

    Na recente XVII Cimeira Ibero-americana, entre outras provocações, na sua intervenção o Presidente Venezuelano Hugo Chavez apelidou o ex-Primeiro Ministro Espanhol Jose Maria Aznar de fascista. No uso da palavra, o actual Primeiro Ministro Espanhol Zapatero tentou pedir mais respeito, sendo que as suas vãs tentativas esbarraram num obstinado Hugo Chavez que não se calou por um momento, mesmo tendo o seu microfone desligado. A tal ponto, que o sempre calmo Rei de Espanha D. Juan Carlos acabou por perguntar ao presidente venezuelano "porque não se cala ?".

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    Este incidente é na realidade um incidente menor, mas que acabou por marcar definitivamente a cimeira. A única coisa que transpareceu para a opinião pública foi uma inultrapassável divisão entre os estados Europeus (Espanha e Portugal) e os Socialistas (Venezuela, Cuba, Bolívia e Nicarágua) com os restantes de permeio.

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    Hugo Chavez vê-se a si próprio como sendo a referência do Socialismo do Sec. XXI. E, diga-se em abono da verdade, ele é hoje a face da Esquerda mundial. Nomes como Lenine, Estaline, Mao, Che Guevara e Fidel Castro marcaram a Esquerda do Sec. XX. E hoje? Quem é visto a nível mundial como "o líder da Esquerda"? Hugo Chavez assumiu esse papel sem que ninguém o mandatasse para tal. Mas a verdade é que está a ser bem sucedido.

    A sua estratégia é simples: em primeiro lugar, apoia todos os "povos desfavorecidos", que acabam por lhe dar apoio, ao mesmo tempo que ataca virulentamente os Estados Unidos e seus aliados, granjeando-lhe apoios entre os americanófobos de todo o mundo. Em segundo lugar, tenta provocar, e com sucesso, incidentes em todas as reuniões internacionais em que participa. Desta forma, tem os holofotes da comunicação social mundial sobre si. Por fim, e talvez mais importante que tudo, mantém uma amizade muito estreita com o quase finado líder cubano Fidel Castro. Esta amizade ínitima não é inocente: ela simboliza a passagem de testemunho do último grande líder Socialista do Sec. XX para o primeiro grande líder Socialista do Sec. XXI.

O incidente na cimeira Ibero-Americana é apenas mais um passo no percurso de Chavez para o Olimpo Socialista. Hoje, é ele a face visível da Esquerda mundial.






07.Nov.07

As frases do ano



"Podia dizer-se que foi um azar. Um azar a primeira revolução socialista vitoriosa ter acontecido num país imperial e pobre, feudal e habituado a viver às ordens soberanos. Tudo teria sido diferente se não tivesse sido na Rússia. Não seria apenas a primeira experiência socialista que teria sido diferente. Teria sido todo o movimento comunista internacional que teria sido uma outra coisa.",  

Daniel Oliveira


90 anos e 100 milhões de mortos depois e tudo se resume a uma questão de azar


"E acho mesmo impossível entender o Capitalismo sem ler Marx."

Daniel Oliveira

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