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politicaxix

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31.Mar.07

Não é racismo !

Estas palavras são da lavra da ministra brasileira responsável pela promoção da Igualdade Racial:

Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, (...)

Só por curiosidade, se um branco não gostar de um negro ou não quiser conviver com um negro será racismo? Neste caso calculo que seja ...


Matilde_Ribeiro.jpgA ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir)

http://www.estadao.com.br/ultimas/na.../mar/27/84.htm
29.Mar.07

Outdoor do PNR: sai mais um Alka Seltzer ali para a mesa do Bloco

Decididamente, Março é mesmo um mês negro para aqueles que reivindicam para si o estatuto de Educadores do Povo. Já não lhes bastava a vitória de Salazar no concurso "Grandes Portugueses" como, imagine-se, o PNR colocou um "outdoor" em Lisboa onde pode ler-se a blasfémia "Basta de imigração".

O líder do Bloco de Esquerda, o demagogo Francisco Louçã, já anda por aí aos saltos que nem uma barata tonta. O facto mais irónico e hilariante é que, a opinião manifestada hoje por Francisco Louçã sobre este assunto é mais ou menos coincidente com a de José Pinto Coelho, presidente do PNR. Louçã defende que "todas as pessoas que vêm por bem sejam bem acolhidas" enquanto José Pinto Coelho defende que sejam repatriados aqueles que "querem impor os seus costumes e praticam a marginalidade" e aqueles que "vêm à caça de subsídios". Ou seja, ambos aparentemente concordam que aqueles que vêm trabalhar sejam bem recebidos e aqueles que vêm para viver do crime e da Segurança Social sejam repatriados.

Outro que hoje ainda não parou de carcarejar foi o papagaio de José Sócrates, Pedro Silva Pereira, "Felizmente, o ponto de vista expresso nesse cartaz não traduz o sentimento generalizado dos portugueses a propósito do fenómeno da imigração". Silva Pereira não deve ter conhecimento das sondagens que revelam que a esmagadora maioria dos Portugueses não quer mais imigrantes, e os únicos Portugueses que conhece devem ser o dono José Sócrates, a menina Câncio e o Francisco Louçã.

Já Rui Marques, dirigente desse sucedâneo da PIDE que dá pelo nome ACIME, afirmou entre dois Alka-Seltzers que "este tipo de iniciativas causa «estragos» no trabalho diário de integração dos imigrantes em Portugal". É por isso que a imigração reduz o desemprego... dá trabalho a muita gente...
28.Mar.07

A época do melão

Melao.jpg
Desde há muito que não se assistia a uma tão grande abundância de melões na sociedade portuguesa como aquela a que se assiste desde Domingo passado. Paralelamente, o Alka-Seltzer esgotou em todas as farmácias e as consultas de apoio psicológico e acompanhamento psiquiátrico subiram em flecha.

Quanto aos melões não tratam de uns quaisquer melões, tratam-se de melões tão grandes que alguns espécimes não conseguem sequer ter um comportamento minimamente normal, como se pode ver pelos seguintes exemplos:

- A putativa eurodeputada Ana Gomes, defensora de Vasco da Gama no concurso “Os Grandes Portugueses”, esqueceu-se de Vasco da Gama para dissertar sobre os grandes Portugueses homossexuais e de como os homossexuais se encontravam sub-representados no concurso. Só foi pena esquecer-se dos transgiénicos ou trangéneros ou qualquer coisa parecida, e desse herói ou heroina Gisberto ou Gisberta, mártir pela liberdade e digno de figurar na final dos Grandes Portugueses.

- O socialista João Soares, fotocópia mal tirada do pai e defensor do Marquês de Pombal, apelou ao voto útil em Álvaro Cunhal.

- A desbocada deputada comunista Odete Santos entrou em estado de histeria completa, e até hoje desconhecem-se-lhe quaisquer melhoras.

- O Bloco de Esquerda pela voz do revolucionário trauliteiro Fernando Rosas, exigiu hoje no parlamento que a RTP preste explicações sobre a ocorrência de votações livres e não manipuladas.

- O líder da bancada comunista Bernardino Soares, o tal que vê na Coreia do Norte um modelo de democracia, associou-se às alucinações bloquistas alegando que a RTP não foi neutral.


Enfim, enquanto a época dos melões não passar, ainda nos vamos rir muito.
26.Mar.07

RTP elege o Maior Português de Sempre: Professor Oliveira Salazar

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O Professor António de Oliveira Salazar, o obreiro da pátria, foi ontem agraciado na gala da RTP com o título de "O Maior Português de Sempre", conferido ao vencedor do concurso "Os Grandes Portugueses". A vantagem do Professor Salazar foi esmagadora, 41% dos votos contra 19% do segundo classificado, o que mostra que passado o obscurantismo dos tempos revolucionários, a nação começa finalmente a reconhecer a obra de um dos seus filhos pródigos.

O caos da Primeira República, em que os governos se sucediam a uma velocidade alucinante (45 governos em apenas 16 anos), terminou com um Golpe de Estado levado a cabo por uma Junta Militar. O país estava ingovernável e atravessava uma recessão profunda com um défice completamente descontrolado. Apenas um homem poderia salvar as finanças do país: O insigne catedrático de Coimbra, Professor Oliveira Salazar. Salazar começou por recusar integrar o governo, mas após muita insistência mesmo entre o seu círculo de amigos, acabou por aceitar a pasta das finanças tendo então afirmado "Não faço isto por mim, faço isto pelo país".

Salazar conseguiu salvar as finanças do país, assim como salvaria depois Portugal da II Guerra Mundial. Com o défice controlado, Salazar procedeu então à construção das grandes infra-estruturas do país, que à data eram quase inexistentes. A ele se devem a maioria das grandes obras do país, como a barragem de Castelo de Bode, que abastece Lisboa de água, ou a ponte sobre o Tejo. Foi também sob o seu governo, Portugal beneficiou do maior crescimento económico desde que há registos.

Salazar, um homem honesto e íntegro como não se encontra hoje entre a classe política, chegou ao governo pobre e assim morreu. No concurso da RTP, o povo Português prestou finalmente a justa homenagem àquele que foi sem dúvida um dos maiores Portugueses de sempre. Obrigado Salazar.
22.Mar.07

A carreira académica de José Sócrates - diálogos fictícios

Há uns anos atrás, o então Ministro do Ambiente cogitava sobre a vida, quando entra no seu gabinete o então Primeiro Ministro, o engenheiro António Guterres.

Sócrates: "Oh António, tenho estado cá a pensar para com os meus botões. Eu sou um gajo ambicioso, arrogante e com tiques de ditador. Ainda chego a líder do PS e a Primeiro Ministro. Eh pá, mas gostava de ser engenheiro, assim como tu. "O Engenheiro José Sócrates" soa muito melhor que apenas "O José Sócrates", pareço um pindérico qualquer."


Guterres: "Um Engenheiro como eu? Queres matricular-te no IST e licenciar-te com média de 19 ?"


Sócrates: "Não é nada disso pá. Eu já há 15 anos que sou bacharel pelo Instituto... bem, agora não me lembra o nome. É em Coimbra... ah, o ISEC! E agora queria concluir a licenciatura"

Guterres: "Então passaste 15 anos sem fazer nenhum e agora é que estás super-ocupado no Ministério do Ambiente é que te lembras de concluir a licenciatura ???"

Sócrates: "Sem fazer nenhum não é bem assim!! Era um boy socialista, e isso dá trabalho!
E o facto de estar ocupado no Ministério não é impeditivo, pois eu não tenciono por os pés nas aulas. O que eu pretendo mesmo é usar o meu estatuto de Ministro para fazer as cadeiras administrativamente. Não conheces nenhuma universidade que ande sempre metida em trapalhadas, cujos reitores e vice-reitores passem o tempo a processar-se uns aos outros, eh pá, que seja uma bandalheira tão grande, que eu possa fazer as cadeiras sem sequer por lá os pés."

Guterres: "Uma universidade assim só estou a ver a Independente, mas o curso nem sequer é reconhecido pela Ordem dos Engenheiros".

Sócrates: "Não interessa. Matriculo-me já amanhã e para o ano logo lhes entrego o meu curriculum para pedir equivalência às cadeiras que já fiz no ISEC".

Entretanto entra Ferro Rodrigues...

Ferro: "Eh pá, já que vais falar com esses gajos da Independente, diz-lhes para te arranjarem logo uma pós-graduação numa m#$&a qualquer, sei lá, em Engenharia Sanitária, por exemplo..."
22.Mar.07

Naturalidade: A14 Km 17

Ontem foi um dia de grande felicidade para um jovem casal da Figueira da Foz: o seu rebento viu pela primeira vez a luz do dia na auto-estrada A 14 ao quilómetro 17. Já na semana passada nascera uma menina, também natural ela da auto-estrada A 14, mas ao Km 23.

Estes dois nascimentos vieram dar razão ao Ministro da Saúde, no que diz respeito ao encerramento da Figueira da Foz devido a falta de segurança para realizar os partos. Efectivamente, os partos realizados na A 14 têm-se revelado muito mais seguros, com uma taxa de sucesso de 100%. Com base nestes dados, o ministro pode também encerrar a maternidade de Coimbra e enviar as grávidas de ambulância em marcha lenta para a Figueira da Foz, de forma a que os bebés nasçam em segurança na A 14.
21.Mar.07

A culpa é do Capitalismo...

quenia3.jpg


No Quénia, a água é mais cara que a Coca Cola, denunciou hoje o Bloco de Esquerda no seu "site", o Esquerda.net, Um autarca queniano, da cidade de Nairobi, denunciou hoje no parlamento europeu que no Quénia a água é mais cara do que a Coca-Cola. E acrescentou que, apesar de o país estar situado junto ao maior lago do mundo (lago Vitória) e perto do Rio Nilo (...)
Esta situação merece-me dois comentários: O primeiro, é o de que a culpa de tudo isto é do Capitalismo e das Potências Coloniais que roubaram a água do rio Nilo e do lago Vitória quando ocuparam a região. O segundo, é elogio um à Coca Cola pela sua competitividade, e pelos baixos preços a que consegue colocar os seus produtos no mercado Queniano. Desta forma, ajudam a saciar a sede dos Quenianos que não têm dinheiro suficiente para comprar água.

O autarca de Nairobi perguntou-se sobre o que terá sido feito de errado para que «ter água no Quénia seja hoje um privilégio e não um direito humano básico».
O que foi feito não sei, mas sei quem o fez: Foram os Europeus e os Capitalistas. Os políticos e autarcas Quenianos, esses, estou certo que não têm qualquer responsabilidade no assunto. Mais uma vez, são apenas as vítimas da injusta exploração Ocidental.
20.Mar.07

Ele está de volta

santana.jpg
Após a sua aparição nos Estados Gerais da Direita, o Ex-Primeiro Ministro Santana Lopes deu este fim de semana uma entrevista de fundo à SIC notícias, que passou no programa "Dia D". O facto da apresentadora ser uma boazona levou a que a minha atenção se concentrasse mais nos seus atributos físicos que na entrevista propriamente dita, mas, apesar de tudo, ainda deu para apanhar muita coisa.


O facto mais relevante da entrevista é o de que, Santana Lopes está pronto para voltar à presidência do PSD. Porém, ao contrário de Paulo Portas, que decidiu regressar enquanto o cadáver de Ribeiro e Castro ainda se encontra ligado à máquina, Santana Lopes decidiu esperar que seja passada a certidão de óbito a Marques Mendes para que não fique associado ao ónus do seu afastamento. Mas no próximo congresso Social Democrata, esperem por ele.

Quanto ao resto, nada de novo. Como hábil político que é, apoia Marques Mendes ao mesmo tempo que se distancia dele. Critica duramente José Sócrates como se já fosse o líder da oposição. Apresenta-se como um homem de obra feita mas também como um injustiçado. E agora adquiriu também sentido de humor, salpicando o seu discurso com pequenas ironias previamente preparadas, como quando sugeriu a José Sócrates que no espaço referente à naturalidade no BI passe a constar a matrícula da ambulância em que ocorreu o parto, numa crítica ao encerramento das maternidades.

Porém, o que mais gosto em Santana Lopes é a forma como ele irrita os demagogos da Esquerda, que não gostam de ser ver confrontados com as mesmas armas. Quanto ao seu futuro, veremos. Ele está aí de novo para o combate político.
20.Mar.07

Quinta da Fonte, o paraíso multicultural

“A polícia não manda aqui” pode ler-se nas paredes do bairro da Quinta da Fonte, por entre outros impropérios às forças policiais. A Quinta da Fonte é um bairro modelar da sociedade multicultural que as forças vivas da Esquerda Politicamente Correcta pretendem implementar no país. O bairro foi construído há cerca de 10 anos e nele convivem três comunidades distintas: a comunidade Africana, a comunidade Cigana e “os enganados”.

“Os enganados”, termo utilizado para identificar os habitantes do bairro que adquiriram as suas casas à cooperativa de habitação Cheniu, mudaram-se para este bairro há cerca de dez anos. Entretanto a cooperativa teve problemas financeiros e entregou os terrenos à Câmara Municipal de Loures, que neles construiu um bairro social para realojamento.
“Os enganados” dizem-se enganados. Compraram das melhores casas de Sacavém e agora não as conseguem vender nem por preços muito inferiores aos preços de mercado, nem mesmo àqueles que vêem nos bairros multiculturais o paraíso à face da Terra.

“Os enganados” têm medo de viver no bairro. As crianças não brincam na rua. Não arriscam um pé fora de casa e só se deslocam ao bairro para dormir. "Estar a falar consigo já é muito", diz o vizinho de um morador que ficou com o vidro do carro partido no sábado e que também não dá a cara "Temos medo. "

Apesar de mais corajosos, os ciganos também desejam abandonar o bairro. "Os ciganos que têm dinheiro já foram embora, mas nós não podemos, não temos dinheiro", dizem duas ciganas. Acrescentam que as duas etnias [ciganos e africanos] não se misturam, daí que não se sintam bem no sítio onde vivem. Uma semana após o Primeiro Ministro afirmar que as misturas raciais são positivas, verifica-se que estas populações não se encontram ainda suficientemente sensibilizadas.

As virtudes do multiculturalismo são também reconhecidas pelos autarcas, "A mistura de moradores “de diferentes hábitos culturais” tornou-se explosiva, admitiu ao CM o presidente da Junta de Freguesia, José Henriques Alves.

Os censos de 2001 indicam que o Bairro Quinta da Fonte tem cerca de 2500 habitantes, dos quais 500/600 são jovens. A Câmara Municipal de Loures criou um campo de futebol no bairro e instalou uma Casa da Cultura para promover ocupações para os mais jovens. Mas segundo o presidente da Junta de Freguesia da Apelação, José Alves, é difícil cativar o interesse de alguns jovens. Assim, dedicam-se a outras actividades lúdicas mais apelativas, como no passado sábado em que “os actos de vandalismo começaram logo pela tarde. Partiram vidros de carros estacionados e mataram um cão à pedrada”.

É este o retrato do paraíso multicultural que se pretende construir em Portugal.


http://dn.sapo.pt/2007/03/19/cidades/moradores_medo_andar_rua.html

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=235140&idselect=10&idCanal=10&p=200

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