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politicaxix

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30.Mai.05

CNI - Nova semana, novos protagonistas... e de novo o Coelho

Jorge Coelho isola-se no comando do CNI, numa jornada sobre o referendo francês que marca a entrada de novos protagonistas na tabela classificativa. Aí estão os pontos e as razões:

Ana Drago (BE): 1
"Um referendo não deve ser repetido só para ver se o resultado muda para o que convém" disse a menina Drago sobre a Constituição Europeia. Então e sobre o aborto, é repetir até ganhar?

Jorge Coelho (PS): 1
O PSD estava a aumentar o défice, mas já está aqui o PS para o reduzir, não se cansa de repetir o líder do campeonato. Afinal, o que é que o PS defendia quando o PSD tentou combater o défice?

Jerónimo de Sousa (PCP): 1
É a vitória pelas políticas sociais e contra a globalização. Já agora, o não francês é uma grande vitória do comunismo.

Francisco Louçã (BE): 1
Uma derrota dos políticos arrogantes e destas políticas neo-liberais causadoras de desemprego. Desemprego? Que dizer de alguém que defende a entrada dos produtos chineses na Europa e a imigração? Arrogante? A falar para o espelho?

António Vitorino (PS): 2
O povo é ignorante, os Eurocratas do tacho é que entendem tudo. Assim, presume-se que os Eurocratas do tacho tenham todo o direito a fazer o que lhes der na gana sem dar troco aos eleitores. Oh vitorino, um bigodinho ficava-te bem. Mas Vitorino não se ficou por aqui. As vitórias do "não" vão tornar a UE mais rigorosa no que diz respeito ao cumprimento dos défices. A isso chama-se chantagem, Vitorino.

Jorge Coelho (PS) : 8
Fernando Rosas (BE) : 7
José Sócrates (PS) : 2
António Vitorino (PS) : 2
Carvalho da Silva (CGTP) : 1
Ana Drago (BE) : 1
Jerónimo de Sousa (PCP) : 1
Francisco Louçã (BE) : 1
30.Mai.05

ONGs: Amnistia Internacional – Portugal

cd_relatorio.jpg

O Século XX assistiu ao nascer de uma praga, que não sendo a praga de gafanhotos que assolou o Níger, nem por isso é menos nefasta. Trata-se da praga das ONGs. ONGs são Organizações Não Governamentais, sem fins lucrativos, sem qualquer ligação à área da governação e criadas originalmente com fins beneméritos, como são os casos da Ajuda de Berço ou dos Médicos do Mundo. Porém, desde que a esquerda revolucionária se apercebeu que as ONGs podiam ser usadas como instrumentos de propaganda dos seus ideais ou como instrumentos de pressão sobre os governos, estas têm florescido como cogumelos.

Na semana que acaba de findar, a secção Portuguesa da Amnistia Internacional publicou o relatório anual 2005 relativo a Portugal. Nele são denunciados casos de abusos policiais, uso de excesso de força por parte da polícia, racismo e discriminação. Um panorama negro, mas que estranhamente é bastante distinto daquele que a comunicação social deixa transparecer para a opinião pública. O caso particular do “uso de excesso de força” é de imediato suspeito. Por um lado, num país onde há frequentes ataques contra os agentes de autoridade é natural que estes reajam para impor a ordem, mas esta acusação é sobretudo suspeita pelo facto de tal acusação requerer critérios bem definidos e acompanhamento no terreno para verificar se tais critérios são cumpridos.

Lendo com mais atenção o relatório conclui-se que as denúncias sobre o uso de excesso de força por parte da polícia são baseadas nos relatos e critérios dos próprios criminosos. Aparentemente, para a AI-Portugal ouvir a palavra de uma das partes, os criminosos, é o suficiente. As Associações de Polícias por seu turno, pediram à AI-Portugal que marquem uma reunião para que possam também ser ouvidas. Mas a falta de credibilidade da AI-Portugal não se fica por aqui. No texto encontram-se ainda disseminadas expressões revolucionárias apenas ouvidas ao Louçã e afins, o que demonstra bem a falta isenção da referida ONG.



Para que conste, aqui ficam alguns dos excessos referidos pela AI-Portugal, publicados numa notícia do Correio da Manhã.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=144896&idselect=10&idCanal=10&p=94


“Uma armadilha à polícia, é como pode ser considerada a barreira com caixotes do lixo com que um grupo entre 30 a 50 indivíduos cortaram a Avenida João Paulo II, na Zona J, em Chelas, Lisboa, na noite de fim de ano.”

“Desde as 22h00 que esses indivíduos já andavam a fazer desacatos e a disparar tiros.
A verdade é que o tal grupo de desordeiros além de ter apedrejado as camaratas das autoridades, colocou uma série de caixotes de lixo a impedir a via pública. Quando a PSP chegou ao local, para as remover, foi atacada a tiro de caçadeira. Os reforços que chegaram entretanto tiveram uma recepção igual.”

Quando cheguei vi um grupo de 30/40 jovens a uns 30 metros dos caixotes do lixo. Disparavam caçadeiras”, recordou ao CM um dos agentes atingidos.

Da refrega resultaram ainda outros dois feridos: a subcomissária de serviço à Divisão e o respectivo motorista, ambos assistidos no Hospital de São José.
Os agentes foram obrigados a ripostar com armas de fogo, o que levou os meliantes a dispersarem. A refrega, no entanto, ainda durou 30 minutos e levou os agentes a refugiarem-se atrás das carrinhas da PSP. No local foram recolhidos 17 cartuchos de caçadeira (disparados pelos delinquentes), mas ninguém foi identificado ou detido.

Ao que o CM apurou junto de alguns polícias no local, esta situação não é nova. “Todos os anos há actos de vandalismo. Uma vez até incendiaram uma viatura”, recordaram.

Ontem, o ambiente na Zona J era de descontentamento. Por um lado, o grosso da população temia represálias. Por outro, indivíduos de etnia africana ameaçavam quem se aproximasse.”
30.Mai.05

Jorge Coelho ganha prémio semanal

jorge_coelho.jpgJorge Coelho foi o primeiro vencedor do prémio semanal do CNI

Esta primeira semana de campeonato ficou marcada por um verdadeiro choque de titãs entre o socialista Jorge Coelho e o Bloquista Fernando Rosas. Numa noite inspiradíssima, Rosas quase garantiu o troféu, mas faltou-lhe o quase. Com uma semana pautada pela regularidade onde praticamente não houve um dia que não dissesse algum disparate, Coelho acabou por assegurar uma igualdade pontual com o bloquista. Nestas circunstâncias, a organização decidiu atribuir o galardão a Jorge Coelho pela sua regularidade.

Classificação actual:

Jorge Coelho (PS) : 7
Fernando Rosas (BE) : 7
José Sócrates (PS) : 2
Carvalho da Silva (CGTP) : 1
27.Mai.05

Contra-Informação reconhece méritos a Coelhone

No Contra-Informação de hoje,

António Costa: Oh Sócrates, tu já ouviste os disparates que o Coelhone anda para aí a dizer?

José Sócrates: E o que é que eu tenho a ver com isso? Ele não é do governo, é um deputado do PS.

O Contra-informação sugeriu hoje uma tese que tenho vindo a defender desde o início da semana: O PS incumbiu Jorge Coelho de assegurar aos eleitores que o Governo vai cumprir as promessas eleitorais que não são para cumprir, e isto sem queimar a imagem do Governo pois afinal Jorge Coelho não faz parte do Governo. O problema é que o Jorge Coelho está a falar em nome do Governo... e o tiro ainda sai pela culatra.

+1 Ponto para Jorge Coelho pelo seu discurso no norte, referido hoje no Contra-informação e que ainda não tinha sido contabilizado no CNI.
26.Mai.05

CNI – Arranque imparável de Fernando Rosas

fernando_rosas.jpgFernando Rosas é o novo líder no campeonato da imbecilidade



O dirigente bloquista Fernando Rosas é o novo líder do campeonato nacional da imbecilidade, tendo conquistado 7 pontos na discussão sobre o défice. O anterior líder, Jorge Coelho, bateu-se bem tendo conquistado mais 3 pontos, mas acabou ultrapassado pela diferença mínima. As pontuações do dia são as seguintes,

Fernando Rosas: 7 pontos
Antes de mais, a organização tem a declarar que não dispõe de meios para efectuar controlo anti-doping. No debate de ontem na RTP, onde garantiu os 7 pontos, Fernando Rosas parecia estar sob o efeito de alucinogénicos, mas há falta de provas os pontos são considerados válidos. Fernando Rosas disse ontem em directo pela RTP que o governo alterou o resultado das eleições. Isto é, os votos no PS foram votos na Esquerda mas o PS governa à Direita. Presume-se portanto que tendo ganho o PS, deveriam ser o PCP e o BE a formar governo. Rosas mostrou-se ainda intransigente quanto aos impostos: O governo não pode subir os impostos porque os eleitores não querem impostos mais elevados (grande argumento) e votaram no partido que disse que não subia os impostos, afirmou. No entanto, o mesmo Rosas defendeu a subida do IRS.

José Sócrates: 2 Pontos
Fazendo ar de virgem impoluta José Sócrates disse que nunca esperou encontrar um défice tão elevado. Trata-se de uma evidente mentira pois muitos analistas falaram sobre os verdadeiros valores do défice ainda durante a campanha eleitoral. Cavaco Silva afirmou ontem que “qualquer pessoa que siga o que se passa na economia sabia a dimensão do défice”.

Jorge Coelho: 3 Pontos
A responsável pelo défice é Manuela Ferreira Leite, disse o impagável Jorge Coelho ontem na Quadratura do Círculo. Se bem me recordo, Manuela Ferreira Leite tomou várias medidas para combater o défice, como congelar os salários da função pública e aumentar o IVA, e todas elas com a oposição do PS que dizia tais medidas não serem necessárias. De facto é precisa muita cara de pau para fazer tais afirmações.

Carvalho da Silva: 1 Ponto
Carvalho da Silva foi ontem ao armário buscar de novo a cassete dos trabalhadores. Recentemente a CGTP tem andado mais virada para a defesa dos homossexuais e ocupada na organização de corridas contra o racismo, o que faz muito mais sentido numa organização sindical.


Classificação geral actualizada:

Fernando Rosas (BE) : 7
Jorge Coelho (PS) : 6
José Sócrates (PS) : 2
Carvalho da Silva (CGTP) : 1
25.Mai.05

Educação Sexual da polémica

Há muito que a Esquerda bem pensante e politicamente correcta vem criticando o sistema educativo no que diz respeito à educação sexual, classificando-o de atrasado e retrógrado. Pois bem, se as novas orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde forem avante, Portugal será de longe o país mais avançado do mundo nesta matéria.

Mas vejamos o programa em mais detalhe. Em exercício de 50 minutos, destinado a turmas do 5.º e do 6.º ano, propõe-se que, durante a aula, os professores ponham os alunos de 10 a 12 anos a pensarem no maior número possível de sinónimos para palavras como testículos, pénis, vagina ou relação sexual. No final, e esgotadas todas as hipóteses, os estudantes devem afixar num «placard» o resultado deste trabalho. Mas que grande trabalho! No meu tempo para aprender estas palavras nem era preciso ir à escola, mas convenhamos que este exercício servirá para subir a média de muitos alunos menos dotados a outras disciplinas. Convém é que não repitam na catequese aquilo que aprenderam na escola.

Os responsáveis pelo novo programa de educação sexual das crianças esqueceram-se de consultar as associações de pais, mas naturalmente que não se esqueceram de consultar as associações de homossexuais. Como resultado são criados e apresentados às crianças novos conceitos de família. A família, que antigamente se definia como o agregado composto por pai, mãe e filhos, é agora reduzido a duas pessoas e a três variantes possíveis: Duas fufas, dois gays ou um homem e uma mulher. É ainda sugerido às crianças que “o normal” poderá ser a homossexualidade: Um teatro sugerido para o 2.º e 3.º ciclos: 5 alunos «fazem» uma viagem de avião e chegam a uma terra onde a maioria da população é homossexual. Improvisam-se diálogos entre viajantes e população e o debate deve ser orientado para questões como: um comportamento é saudável ou normal porque é maioritário? Outro exercício, para o 1.º ciclo, é falar sobre os diversos tipos de família.

expressofoto1.jpgOs casais heterossexuais são minoritários no novo programa educativo

Paula Vilariça, pedopsiquiatra do Hospital Dona Estefânia, considera mesmo a desadequação etária um dos problemas mais graves deste programa e que conteúdos apresentados «não são esclarecedores» podendo mesmo «ser perturbadores, agressivos e até traumáticos para alguns alunos».
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Está em curso uma petição organizada pelo Fórum da Família para que se ponha cobro imediato a esta aberração.
http://www.forumdafamilia.com/peticao/peticao.asp
23.Mai.05

Testemunho de uma ex-bloquista

Este é o testemunho, narrado na primeira pessoa, de alguém que conheceu o Bloco de Esquerda por dentro.

"O meu testemunho de ex-bloquista

O que me levou a militar no BE - agora que já passou um tempo desde a minha
saída e tentando recordar os factos a frio - foi aquela ideia do País das
Maravilhas que esse partido consegue passar aos mais ingénuos, uma espécie
de eldorado que hoje entendo como brutalmente utópico e apenas vocacionado
para conduzir um País e um povo à miséria. Estava nos finais da
adolescência, início da idade adulta, via muita coisa mal (e continuo a
ver), entendia que devia intervir, tinha pessoas dessa cor nas minhas
relações, e voilá...fui bater à porta da sede do Bloco de Esquerda. Escusado
será dizer que na minha santa ingenuidade, achava que o socialismo era a
cura para os problemas da Humanidade, ideia que com o tempo que lá estive,
com as opiniões a favor e contrárias que fui ouvindo e a literatura que fui
lendo, e sobretudo com o TIPO de pessoas com quem trabalhei, tornou
inevitável a minha saída, e mesmo a minha demarcação da Esquerda, de toda a
Esquerda.
Diz o companheiro leon que "É um partido que aconselha às pessoas que antes
de se filiarem, participem nas reuniões para que não tomem decisões "ao
engano"." Só se foi consigo. A mim, não só não me convidaram a participar em
nada, como pediram logo os 25 euros de jóia, o qual eu me recusei a dar na
altura, por querer saber primeiro como se trabalhava lá. Primeira mentira. E
posso-lhe dizer com propriedade que a pessoa que me inscreveu não era
nenhuma novata, é uma pessoa já com bastantes raízes no BE.
Diz também este nosso companheiro que "Sempre foi um partido aberto que (ao
contrário dos outros) permite a participação de todos os cidadãos, sejam
eles militantes ou não, nas suas reuniões.". Tem razão, qualquer pessoa
entrava nas Assembleias de Jovens e nos debates. O pior era quando decidia
abrir a boca para falar e ia contra-corrente. Uma vez apareceu numa
Assembleia pela primeira vez um rapaz que se insurgiu contra o fim dos
numerus clausus que o BE defende para as faculdades, e se disse favorável às
prescrições. Estive lá eu, ninguém me contou: enquanto ele falava, havia
pessoas militantes do partido a rirem-se e a cortarem-lhe a palavra. Uma
falta de educação, de respeito...e de democracia!! Segunda mentira do
companheiro leon. Acredito que ele não tenha tido vontade de repetir a dose.
Mas isto não era só com os novatos. Mesmo entre os "pesos pesados" da malta
nova se cortava a palavra várias vezes e se ria enquanto alguém expunha os
pontos de vista. Fumava-se dentro das salas, era preciso pedir algo que
ditam as regras básicas da educação, como "não se importam de ir fumar lá
para fora?" para os fumadores saírem. Os de cigarros e os de charros,
entenda-se.
De resto, lembro-me de ter pago a assinatura anual do jornal, o "Esquerda" e
não o ter recebido, mesmo depois de já me ter queixado duas vezes. Lembro-me
de malta nova que nesta última convenção lá se conseguiu sentar na Mesa
Nacional ao lado do Dr. Louçã que andava sempre a pôr paninhos quentes mesmo
quando o Bloco não participou nalgo outrora tão imperioso como a
concentração nacional que houve contra a ocupação do Iraque. Isto,
entenda-se também, já depois de estarem lá sentados os 8 deputados...
Lembro-me ainda do Dr. Louçã no dia a seguir às eleições ter ido para um
jornal dizer que o sistema de rotatividade tinha acabado, ou melhor, que
podiam pôr por exemplo o Dr. João Semedo por nenhum dos que lá se sentaram
percebe grande coisa de questões de saúde, mas só nesses casos, quando
militantes com cotas pagas não faziam puta ideia que isso tinha acabado,
ninguém nos avisou, muito menos consultou.
Estes mimos, mais a falta de seriedade e de projectos com pés e cabeça que
vi no núcleo do BE onde participava, e que não vale a pena dizer aqui qual
era, desiludiram-me por completo. Em simultâneo, percebi que a Esquerda é
assim. Para mim é assim: utópica, pobre, irrealista. Não tem a ver comigo. E
como para grandes males, há grandes remédios, vim-me embora e aqui estou,
leve e livre.

Ju Judoca "


Obrigado Juliana, pelo teu testemunho sobre os momentos tenebrosos que viveste nessa organização.
21.Mai.05

C.N.I. - Arranque promissor de Jorge Coelho

jorge_coelho.jpgJorge Coelho teve um arranque promissor no Campeonato da Imbecilidade


Jorge Coelho (PS) teve um começo promissor no Campeonato Nacional da Imbecilidade (CNI), tendo facturado os seus primeiros pontos poucos instantes após o início do campeonato. Poucos segundos após as zero horas de sábado, lá estava ele na SIC notícias explicando que este era o défice do PSD/PP. Enquanto oposição, o PS não se cansou de criticar a obsessão do governo pelo défice e de exigir ao governo mais medidas social-despesistas. Agora que chegou ao governo, o PS critica o défice que encontrou. De um momento para o outro o PS passou a dizer o contrário do que tinha vindo a dizer. Além disso, Jorge Coelho “esqueceu-se” que este súbito aumento do défice se deve e em muito às medidas despesistas introduzidas pelo PS no orçamento.
Jorge Coelho esqueceu-se também que a campanha eleitoral já acabou e continua com as promessas: Não haverá portagens na via do Infante. A ver vamos, acredite quem quiser.

Incoerências, mentiras e campanha eleitoral fora de tempo valeram ao homem da ponte de Entre-os-rios 3 Pontos, tendo sido o único político a pontuar até ao momento.
20.Mai.05

Confissões de uma ex-Comunista

"Hoje, quinta-feira, 19 de Maio de 2005, decidi deixar o PCP.
Eu suportei, na pele aliás, a falta de democracia interna. As decisões vindas de cima. O boicote de trabalho. O seguidismo cego. A falta absoluta de capacidade de pensamento marxista. A falta absoluta de valores em todas as prácticas. As mentiras, absolutamente conscientes por parte de quem as transmite, que se contam sobre toda a gente. Suportei isto tudo porque, achava eu, havia sempre esperança, e os comunistas pertencem aos partidos comunistas, mesmo e especialmente aos que não os querem lá.
(...) Assim, para todos os efeitos, deixei o PCP. "

http://infernocheio.blogspot.com/2005/05/hurray.html#comments

Uma descrição detalhada e rigorosa da vida interna de partidos como o PCP ou o BE. Apesar de todos termos conhecimento do exposto, esta descrição é particularmente relevante pois trata-se do testemunho de alguém que passou pela experiência.

Parabéns Rita, na vida nunca é tarde para tarde para tomar as decisões correctas.
20.Mai.05

Campeonato Nacional de Imbecilidade

Declaro aberto o Campeonato Nacional de Imbecilidade, cujo título será atribuído pelo Política XIX!

Regulamentos:

1. São participantes todos os políticos Portugueses residentes em Portugal ou no estrangeiro.

2. Cada político irá acumulando pontos de acordo com as seguintes normas:

1 Ponto por cada acto, discurso ou atitude imbecil
2 Pontos por cada acto, discurso ou atitude bastante imbecil
3 Pontos por cada acto, discurso ou atitude realmente muito imbecil
5 Pontos por cada acto, discurso ou atitude extraordinariamente imbecil
7 Pontos por cada acto, discurso ou atitude tão imbecil que deixe o país de boca aberta
10 Pontos poderão ser atribuídos em casos excepcionais quando a imbecilidade ultrapassar os limites do imaginável

3. Os participantes poderão apresentar recurso quanto aos pontos atribuídos pela organização, porém caso o recurso seja indiferido tal decisão é inapelável.

4. O concurso tem início às 0.00 do dia 21 de Maio de 2005.

5. Cada Domingo excepto o primeiro, o político que mais pontos acumulou durante a semana tem direito ao título de "Imbecil da Semana"

6. Cada último dia do mês será atribuído o título de "Imbecil do Mês" ao político que mais pontos assegurou durante esse mês.

7. O concurso termina às 0.00 do dia 1 de Janeiro de 2006. O vencedor será o participante que acumulou mais pontos durante todo o torneio e obterá o título de Campeão Nacional da Imbecilidade.

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