Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

politicaxix

politicaxix

05.Jul.10

Campeonato do Mundo - Quartos de Final

 

 

.
Brasil vai a pique como o Titanique
Frente a frente duas selecções que poderiam perfeitamente disputar a final do Campeonato do Mundo. De um lado o Brasil, grande dominador do futebol Sul-Americano que apurou as cinco selecções na fase de grupos. Primeiro no ranking da FIDE, primeiro no ranking ELO e primeiro na bolsa de apostas. Do outro lado a Holanda. Há dois anos a Holanda encantou no Euro, goleando a Itália e a França na fase de grupos antes do tropeção na Rússia. Depois disso ganhou todos os jogos na fase de apuramento, todos os jogos na fase de grupos e derrotou a Eslováquia nos oitavos de final. O Brasil entrou imperial e nos primeiros dez minutos já tinha furado por duas vezes a defesa laranja. Uma em fora de jogo, outra redundou no 1-0. Durante a primeira parte o Brasil, apesar de não ter conseguido mais oportunidades claras de golo, controlou o jogo com facilidade. O Brasil era como o Titanic. O navio cujo casco tinha sido preparado para resistir a tudo. O navio que podia possuia compartimentos estanque podendo resistir a vários rombos no casco. O navio que nem Deus podia afundar.
O navio estava preparado para tudo menos para um golpe de raspão ao longo do casco. Tal eventualidade não estava prevista e o casco estilhaçou. O Titanic foi a pique e nem Deus o salvou. O iceberg do Brasil foi a tremideira. Na segunda parte os jogadores brasileiros pareciam meninas num exame de condução. As pernas tremiam e os erros sucediam-se: Um auto-golo, o jogador mais baixo em campo a marcar um golo de cabeça em plena pequena-área do Brasil e Felipe Melo expulso infantilmente. O Brasil foi a pique a e Holanda ainda de baile.
.
Gana quase engana
Uruguai vs. Gana. De um lado a sexta selecção mais cotada do mundo, com boas exibições até ao momento neste mundial. Do outro lado a última selecção sobrevivente do continente Africano, com uma passagem atribulada na fase de grupos mas uma exibição mais positiva frente aos Estados Unidos. O jogo iniciou-se como Uruguai a tomar conta das operações, a pressionar, mas sem conseguir fazer grandes estragos na bem estruurada defesa Ganesa. Quanto ao Gana nem precisou de se aproximar da baliza adversária. Marcou e marcou de muito longe. A segunda parte continuou com a mesma toada e o Uruguai só mesmo de bola parada conseguiu chegar ao empate.
Veio o prolongamento e chegaram as emoções fortes. o Gana começa a jogar à Porto com os jogadores a atirarem-se para o chão para queimar tempo. Mas o Uruguai quebra fisicamente e  Gana tem tudo para chegar às meias finais. Até um penalti. Mas nem assim. Penalti falhado e desempate por penaltis. Os Ganeses pareciam crianças a passar a bola ao guarda-redes adversário e foram para casa.
.

Alemanha cheia de manha

À partida, o Alemanha-Argentina poderia perfeitamente ser uma final do Mundial. Na realidade o jogo terminou aos dois minutos, o tempo que a Alemanha levou a sentenciar o jogo. Apesar de contar com Messi, Higuain e Tevez (e Milito no banco) a Argentina nunca conseguiu criar perigo. E a Alemenha repetiu o que fez com a Inglaterra. Quando ia lá à frente era o "ai nos acuda" e o resultado foi-se avolumando. Sem espigas.

 

.

San Árbitro de nuevo
O Paraguai-Espanha inciava-se com todo o mundo a torcer para que a moça se despisse, isto é, que o Paraguai ganhasse. A Espanha jogou da forma habitual, controlando a posse de bola. O Paraguai defendia bem e lançava ataques venenosos. E a meio da primeira parte marcou mesmo.

Valeu o árbitro, seguramente um LGTB, a anular o golo paraguaio. A segunda parte continuou com a mesma toada mas com o Paraguai a ficar mais recuado. Ainda assim dispuseram de uma grande penalidade a meio da segunda parte. Os Espanhóis online apenas comentavam "estamos fuera"... mas Cardozo permitiu a defesa do guarda-redes. No lance seguinte é a vez de a Espanha beneficiar de uma grande penalidade a premiar a originalidade teatral de Villa. O penalti é convertido mas o árbitro manda repetir. À segunda o guarda-redes defende, manda a bola para a frente e comete uma nova grande penalidade ao tentar impedir que Fabregas chegasse à bola. Desta vez o árbitro mandou seguir. E a Espanha com a sorte habitual lá marcou num remate de Villa, depois de bater em ambos os postes. A boa notícia é que a Larissa, encantada com a prestação da Albiroja, vai-se despir na mesma.

 

 

 

 

 

 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2008
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2007
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2006
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2005
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D