Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
Oliveira rima com asneira

Nos seus habituais sermões politicamente correctos no Expresso Online, o Padre Oliveira excita-se desta vez com o multiculturalismo da selecção Alemã de futebol. Este pastor do Politicamente Correcto não é no entanto original na sua tarefa de descortinar as razões do sucesso Alemão, tendo já outros intelectuais futeboleiros aflorarado previamente o tema em comentários televisos. Um idiota qualquer que não sei quem é, referia a presença de jogadores na selecção Alemã que não eram bacteriologimente puros. Repito, para certificar que não é gralha, jogadores bacteriologicamente puros. E dava como exemplo Lukas Podolski , Miroslav Klose e Mesut Özil (jogadores fundamentais) entre outros.

 

O pastor Oliveira alinha com estes intelectuais futeboleiros e baba-se com a selecção Alemã mais multi-étnica de sempre, dando como dois primeiros exemplos Lukas Podolski e Miroslav Klose, nascidos na Polónia. Fica-se assim a saber que segundo o pastor Oliveira e segundo os comentadores futeboleiros do bacteriologicamente puro exitem duas etnias (ou duas bactérias) distintintas, a Alemã e Polaca, definidas consoante o lado da fronteira em que se nasça. Na verdade, etnicamente pouco distingue o povo Alemão do povo Polaco, mas dá-se o acaso de Podolski e Klose terem nascido em Gliwice e Opole, respectivamente, duas cidades da Silésia que foram Alemãs até 1945, tendo então passado para domínio polaco para ressarcir a Polónia dos roubos territoriais levados a cabo pela URSS a leste do país. Tratam-se portanto de dois jogadores bacteriologicamente segundo um idiota, etnicamente segundo outro, distintos do típico Alemão.

 

O pastor Oliveira segue então a sua homilia com a comovente história de Marin e Cacau, que vivem na Alemanha desde pequeninos. Bem, de Marin nada sei, mas Cacau foi para a Alemanha já adulto e como profissional de futebol. Depois há ainda Özil, o Turco, que segundo a mãe de um adolescente qualquer que o pastor Oliveira conhece, devia era jogar pela Turquia. Se calhar a federação Alemã pagou-lhe mais, como fez a Federação Portuguesa de Atletismo com Obikwelu, o Nigeriano.

 

E conclui o feliz pastor que o resultado de tudo isto é que os imigrantes apoiaram a selecção Alemã. Pois parece-me que os imigrantes apoiaram a selecção Alemã apenas porque a selecção Turca não se apurou. E isto é tão evidente que até alguém com o QI do Daniel Oliveira tinha obrigação de chegar lá.

 

 

 



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Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Nova causa fracturante: Combate ao heterossexismo

 

Os intelectuais do Bloco já descobriram uma nova causa fracturante. Trata-se do combate ao heterossexismo, um conceito recentemente inventado para suprir a escassez de causas e para entreter os sociólogos nos dias sem manifestações, e que foi dado à luz recentemente em Portugal pelo iluminado Bruno Maia que não sei quem é.

 

Mas afinal o que é o heterossexismo? A resposta é dada por Eduarda Ferreira, especialista em relações lésbicas: "refere-se à ideia de que a heterossexualidade é a orientação sexual “normal”".  Acrescenta ainda a autora, que o heterossexismo não encara a homossexualidade como  um dos aspectos possíveis na diversidade das expressões da sexualidade (eu gostava de escrever assim). Ora  tod@s os que lêem o Esquerda.net, como é o meu caso, sabem que a heterossexualidade não é normal. Normal, normal são os LTGB.

 

Um outro site, de autor ou autora anónimo ou anónima, explica que o conceito não nos é familiar porque ainda é muito recente, e como tal ainda não foi leccionado nos acampamentos do Bloco, presume-se. O heterossexismo é-nos aqui apresentado como o cruzamento entre o sexismo e o racismo e não fala nos aspectos possíveis na diversidade das expressões.

 

 

Mais avançados vão os LGTB Brasileiros. Lá já existem palestras subordinadas ao tema "Lesbianidades, diversidade e enfrentamento ao heterossexismo”.

 

 

O combate ao heterossexismo é portanto uma causa que merece destaque e esperemos que o Bloco coloque rapidamente a questão na agenda política para que os nossos deputados não andem a perder tempo com palermices como a crise, o desemprego e a fome.

 



publicado por thestudio às 05:16
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Jornalismo de sarjeta

 

 

Após o anúncio por parte do governo que a quota de imigrantes iria ser reduzida no próximo ano,  foi publicada esta semana no jornal Público uma "notícia" sobre imigração. Uma notícia é por definição uma novidade, mas mas esta chegou com dois anos de atraso  e apresenta dados de 2007. O facto da informação ter dois anos de idade não é o único facto estranho. No texto, fala-se das previsões para 2008, "eram 41.530 em 2006. Em 2007, baixaram para os 39.480. Os números de 2008 deverão demonstrar nova diminuição." de onde fica claro que o texto foi efectivamente escrito em 2007.

 

 

Como se explica então o atraso de dois anos na publicação de uma notícia de 2007? Que sentido faz noticiar em 2009 algo que seria novidade em 2007? Há uma resposta simples. O texto é um texto puramente propagandístico, e o mesmo texto ou variações dele podem ser ciclicamente publicados na imprensa por forma a que os leitores assimilem gradualmente a propaganda que se lhes pretende impingir. E se atendermos ao conteúdo da "notícia" e ao amplo destaque que recebeu no Esquerda.net, não é difícil adivinhar qual o partido que está a intoxicar a imprensa escrita.

 

 

Para além de alguns dados, o corpo da notícia consiste basicamente em opiniões de "especialistas", com a activista, perdão, jornalista, a concluir sobre a unanimidade na opinião dos "especialistas". O que a "notícia" não refere é que todos os "especialistas" contactados são autores de estudos encomendados pelo ACIME, entidade governamental que promove a imigração. Tratando-se de estudos encomendados, de estranhar seria se ouvesse divergências. É portanto pura propaganda servida ao público sob a capa de informação.

 

 

 



publicado por thestudio às 00:13
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Terça-feira, 24 de Junho de 2008
Cobertura do arrastão de St. Amaro de Oeiras de Junho de 2008

Violência, ataques contra as forças policiais presentes e limpeza dos bens alheios dos restantes banhistas voltaram a acontecer no passado fim de semana, na praia de Santo Amaro de Oeiras. O jornalista da SIC presente no local deu um bom exemplo do que é o jornalismo hoje em dia em Portugal. Tentou ocultar a origem étnica dos energúmenos, ignorou a existência de vítimas e percorreu a praia à procura de alguém que pudesse testemunhar um eventual excesso policial. Pelas palavras do jovem Brasileiro entrevistado, depreende-se que se houve algum excesso policial foi apenas excesso de velocidade enquanto fugiam dos arruaceiros.

 

No Blasfémias está em curso uma longa discussão sobre se se justifica ou não a identificação dos grupos de vândalos envolvidos. Se se tratassem de grupos de skinheads ou de claques de futebol, ninguém discutiria que a identificação dos grupos envolvidos seria fundamental para a notícia. No entanto, tratando-se gangs de jovens de etnias africanas, há muito quem defenda que tal informação não é mais relevante que informar se os arruaceiros usam ou não piercing. O mais caricato é que, ao insistir tanto que a informação sobre a origem racial não deve ser revelada pois não é importante, acabam por provar o contrário: que é importante e por isso a querem ocultar.

 

Numa democracia, os jornalistas devem fornecer aos leitores todos os factos de forma idónea, isenta e imparcial. Cabe aos leitores avaliar os factos e tirar as suas próprias ilações.

 

Numa ditadura, os factos inconvenientes são censurados e os restantes são devidamente tratados pelo jornalista por forma a manipular a opinião dos leitores.

 

Em termos jornalísticos, Portugal está muito mais próximo de uma ditadura que de uma democracia propriamente dita.

 

 



publicado por thestudio às 14:06
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
Factos vs. Preconceitos

«A OMS diz que é só em África que existem números significativos de heterossexuais atingidos por HIV/SIDA, e é desse continente que vêm os poucos europeus heterossexuais que contraíram SIDA.»

 

 

Foi este o texto da Patrícia Lança que indignou os grandes entelectuais da blogosfera. Mas quais são os factos? As estatísticas em Portugal são politicamente correctas, e como tal não indicam a origem dos infectados. Vejam-se então, por exemplo, as estatísticas do Reino Unido onde esses dados existem:


Two thirds of all new cases diagnosed last year were in people who contracted HIV in other countries where the virus is more prevalent, such as sub-Saharan Africa. A third were among gay and bisexual men.

 

No Reino Unido, dois terços dos novos casos diagnosticados o ano passado foram contraídos em países onde a incidência do vírus é maior, nomeadamente na África sub-saariana. Um terço foi diagnosticado em homens gay e bissexuais.

 


Approximately 2,700 men who have sex with men were diagnosed in 2006. But the majority of people actually diagnosed with HIV in the UK in 2006 (61%) had been infected through heterossexual sex. Most of these infections were acquired abroad and many were in individuals of African origin.

 

 

E no site do governo.

 

2,356 new diagnoses of HIV infection among gay and bisexual men reported in 2005(...), just over two thirds of the total in both heterosexual men and women (2,760) were probably acquired in Africa.

 

 

Ou seja, os gays constituem uma grande parte dos infectados e os heterossexuais infectados são esmagadoramente provenientes de África.

 

 

Como reagir portanto aos factos que colidem com os seus preconceitos? Com insultos, citando-se uns aos outros, e com um suposto desmentido que seguramente nem leram e que não desmente nenhum dos factos.

 

 



publicado por thestudio às 12:26
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A SIDA e os grupos de risco

A sugestão de que os homossexuais constituiriam um grupo de risco no que diz respeito à SIDA levantou as habituais reacções pavlovianas entre os entelectuais cá do burgo.

 

O promissor João Galamba indignou-se afirmando que o conceito de "grupo de risco" é um preconceito social, ao passo que a activista Ana Matos Pires cita um alegado médico para concluir que:

 

“Em medicina, para falarmos de risco infeccioso, temos de falar apenas e só em comportamentos. Esses sim passiveis de serem descritidos, delimitados e pensados medicamente.”

 

A propósito da transmissão do HIV por via sexual, talvez a menina Ana não saiba, mas numa relação sexual intervêm duas (ou mais) pessoas. É claro que a Ana até pode brincar sozinha, mas isso, tecnicamente, não se designa por "relação sexual". Eu até lhe deixava aqui umas imagens, mas não quero ser mal interpretado. Ora, estando envolvidas outras pessoas, a probabilidade de alguém contrair HIV não depende apenas do seu comportamento mas também das pessoas com quem se relaciona, ou seja do grupo em que se insere. Uma elevada incidência de HIV em determinados grupos leva a que esses grupos se designem como "grupos de risco".



publicado por thestudio às 11:02
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008
Capitalismo responsável pela crise humanitária em Myanmar

Neste preciso momento está um inteligente (algum sociólogo provavelmente) a responsabilizar o capitalismo selvagem pela tragédia humanitária em Myanmar. Isto porque é necessária uma intervenção coerciva no país, mas como não há petróleo em Myanmar, os capitalistas não forçam essa intervenção. Aposto que se houvesse por lá petróleo e os EUA levassem a cabo algum tipo de intervenção, este mesmo senhor andaria a protestar contra a intervenção dos EUA...



publicado por thestudio às 21:41
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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Juventude Socialista

Pela amostra, as convenções da JS devem ser um forrobodó igual aos acampamentos de charros dos jovens do Bloco. E quem sabe se estes dois promissores jovens da foto não chegarão ainda a Secretário Geral... já tudo é possível.



publicado por thestudio às 04:48
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008
Discriminação com base na orientação sexual
Isabel Stilwell aflorou, no jornal de distribuição gratuita Destak, um interessante caso de discriminação recentemente ocorrido em Inglaterra. A questão que se coloca é a seguinte: Duas mulheres vivem juntas há muitos anos, partilhando todas as despesas da casa. Se uma delas falecer e a outra herdar a casa, deverá pagar imposto sucessório (40%) ou não? A lei Inglesa não dá uma resposta unívoca a esta questão. Para poder responder, os legisladores precisam de ter conhecimento sobre a vida íntima das senhoras e em particular com quem elas dormem. Se forem lésbicas ficam isentas do imposto, se não o forem, não ficam.

Sentindo-se discriminadas, as senhoras, duas irmãs octogenárias, recorreram para os tribunais... e perderam. Recorreram então para os tribunais europeus que lhes responderam que cada estado tem o direito de praticar as discriminações que entender.

Tanto se fala na luta contra a discriminação racial e contra a discriminação com base na orientação sexual mas há que reconhecer que essa discriminação é muitas vezes boa: Quando os grupos discriminados são os grupos certos.


publicado por thestudio às 13:33
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007
A frase (mais pateta) do ano

    Esta frase sublime, da autoria de Vasco M. Barreto, especialista em Estatística que publica no 5 dias pela mão de Fernanda Câncio, exibe toda a eloquência e todo o método, dos grandes intelectuais da Esquerda Portuguesa: Primeiro impressiona-se e intimida-se o leitor usando uma palavra difícil... tão difícil que nem vem no dicionário e que remete o leitor para a sua ignorância. Depois patenteia-se todo um imenso style linguístico acompanhado de uma demonstração de conhecimentos em Inglês que remete o leitor à sua insignificância. Por fim, arrasa-se o leitor com uma completa palermice, o qual, sentindo-se inferiorizado, vai aceitar como sendo uma verdade absoluta.


publicado por thestudio às 13:58
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Ciência politicamente correcta
Existe uma nova ciência que pode ser designada como  Estatística Politicamente Correcta.



A imagem que ilustra o texto mostra o resultado do jogo de ontem entre o Roma e o Sporting. Após consultar vários jornais e diários desportivos, parecem não restar dúvidas de que o resultado do jogo foi mesmo este. Porém, é não só formalmente incorrecto como injusto extrapolar quem marcou um dado golo partindo do resultado final do encontro.O problema é que este resultado não é suficientemente taxativo para determinar quem ganhou o jogo. Estamos no domínio da interpretação. Gente estúpida, idiota e sem rudimentos de estatística dirá que o Roma ganhou, os outros dirão que ambos marcaram golos.


(Adaptação do texto de Vasco M. Barreto, especialista em Estatística para o blog "5 dias")


publicado por thestudio às 12:03
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
Rui Tavares acredita que o Sol gira em volta da Terra

A afirmação de James Watson, Nobel da medicina em 1962 e tido como o “pai da genética”, segundo a qual os negros são menos inteligentes do que os brancos, continua a suscitar reacções. Ergue-se agora a voz do historiador Rui Tavares, conceituado intelectual da Esquerda progressista e farol do pensamento politicamente correcto neste canto lusitano. Em texto publicado no 5 dias pela mão de Fernanda Câncio, Rui Tavares aborda dois temas pertinentes: Primeiro, o da veracidade das afirmações de James Watson e segundo, a questão da Liberdade de Expressão.

 


Rui Tavares alinha pelo mesmo diapasão que a generalidade dos indignados com as palavras de Watson: As suas afirmações não podem ser aceites pois não provou o que disse nem citou artigos científicos que o provassem. O facto das afirmações de Watson surgirem no decorrer de uma conversa em que era entrevistado, e de neste tipo de conversas não se fazerem usualmente provas científicas nem referências a artigos científicos é aqui perfeitamente irrelevante. Mas já as palavras do mesmo James Watson dias depois, (presume-se que livre de quaisquer pressões) desmentindo o que dissera, convenceram completamente o Rui Tavares. Isto, claro, apesar de não terem sido apresentadas quaisquer provas ou quaisquer referências a artigos científicos. Muito provavelmente, Rui Tavares acorda ainda todos os dias convencido que o Sol gira em volta da Terra, satisfeito com o desmentido de Galileu.

 

 

No que diz respeito à Liberdade de Expressão, o Rui Tavares tem toda a razão. Ninguém impediu James Watson de dizer nada, apenas cancelaram a sua palestra no Museu de Londres e o expulsaram dos cargos que ocupava. Portanto, o “Politicamente Correcto” não pode ser acusado de limitar a Liberdade de Expressão. O Dr. James Watson apenas foi perseguido por ter emitido uma opinião que colide com os dogmas politicamente correctos, mas isto entra no campo das perseguições políticas e não da liberdade de expressão. Neste ponto estamos inteiramente de acordo.



publicado por thestudio às 16:21
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007
O regresso ao Obscurantismo

No Sec. XVI, um eminente cientista, Galilei Galileu, afirmou que Terra girava em volta do Sol. Não obstante tal afirmação ter ampla sustentação cientifica, ela opunha-se aos dogmas da religião dominante de então, a Igreja Católica. Galileu foi perseguido e acabou por ser obrigado a desmentir que a Terra girava em volta do Sol.


Cinco séculos passaram e a religião Católica foi substituída pela religião Politicamente Correcta. O Políticamente Correcto em rigor não é uma religião dada a ausência de um Deus que o legitime. Mas na prática, como qualquer outra religião, estabelece um conjunto de normas morais que são ditadas às populações. Tanto o Politicamente Correcto como a Igreja Católica definem o que é o bem, o que é o mal, o que é aceitável, o que não é aceitável e determinam regras de conduta. E acreditar em um ou outro é uma questão de fé.


Hoje em dia, os pastores da nova religião (Politicamente Correcto) continuam a atacar de forma sistemática a antiga religão religião dominante (Igreja Católica) com o intuito de obter uma completa hegemonia sobre a sociedade.


Mas as semelhanças não se ficam por aqui. Em pleno Sec. XXI, um eminente cientista, James Watson, fez também ele uma afirmação que colide com os dogmas da religião Politicamente Correcta. Não obstante tal afirmação ser sustentada cientificamente, também James Watson foi perseguido e obrigado a desmentir aquilo que afirmara. Após o Iluminismo, a Humanidade está de regresso às trevas do obscurantismo e mais uma vez pelas mãos da religião.




publicado por thestudio às 15:38
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007
De regresso ao obscurantismo

   

    Cinco séculos depois de Galileu e Copérnico, o obscurantismo está de volta. Então, os homens da ciência eram perseguidos pelo fanatismo Católico. Hoje são perseguidos pelo fanatismo Politicamente Correcto.




publicado por thestudio às 22:56
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