Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2005
Política XIX, O Blog que a Esquerda detesta
Para dar início a um blog sobre política, é boa política começar por esclarecer o título do blog. Pelo menos no caso de um blog a sério como este, claro.

Portugal é um país fecundo em intelectuais iluminados. E são todos de Esquerda, pois então. Intelectuais iluminados que têm uma elevada opinião de si próprios, que acham que sabem tudo, e que se auto-convenceram que a Direita lhes dá qualquer importância. E vai daí, um pequeno grupelho deles achou por bem criar um blog intitulado "O blog que a Direita detesta". Blog esse que é composto por um conjunto de comentários temperados com humor juvenil e piadas que já tinham barbas quando o Comunismo foi inventado.

E é assim que nasce o blog que a Esquerda detesta. Para contrabalançar. E detesta, não pelos seus comentários brejeiros, para usar linguagem socrática*, mas porque prova que a Esquerda assenta sobre um conjunto de dogmas e posições contraditórias, incoerentes e ultrapassadas. E que afinal os geniais intelectuais não são assim tão geniais. Só talvez a fazer rir os outros e não exactamente pelas suas piadas.

Política XIX porque este blog é dedicado à política do século XIX, ou seja, à Esquerda moderna. Política XIX é também o nome de um dos movimentos fundadores do Bloco de Esquerda mas no qual, por lapso, o "I" aparece depois segundo "X". Ora aí está.

* O adjectivo socrático refere-se aqui ao Eng. José Sócrates, um indivíduo que passou praticamente despercebido no panorama político português dos finais do Sec. XX, início do Sec. XXI e não ao seu homónimo, que foi um filósofo grego e um dos grandes vultos da civilização Ocidental.


publicado por thestudio às 03:36
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12 comentários:
De namifirus a 12 de Maio de 2009 às 23:01
eu dou mais uma ajudinha, espero k nao vos pareça mal



Caros Amigos,


Como é do conhecimento geral, os nossos governantes continuam por aí, com a batalha das OBRAS PUBLICAS, do grande INVESTIMENTO PUBLICO ( Aeroporto em Alcochete, TGV entre outras), e como não podia deixar de ser, o DESENVOLVIMENTO TECNOLOGICO ( o MAGALHÃES ).

No entanto estes senhores não fazem mais do que meras promessas, que acabam por nem passar do papel.

Vamos recapitular algumas promessas do Ex.mo. Sr. Primeiro Ministro Eng. José Sócrates.

Criação de postos de trabalho ----------- onde estão eles ???
Reestruturação do Sistema de Saúde -- só piorou
Reestruturação da Educação ----------- devem estar a gozar
Desenvolvimento tecnológico ------------- apareceu o Magalhães, mas como a distribuição é feita por caracol ainda vai levar algum tempo até que chegue a todos os destinatários.

Efectivamente estes Senhores, só se preocupam mesmo com o bem estar pessoal, porque nós portugueses, o que vemos hoje em dia ???

Fabricas a fechar
Milhões no desemprego
Condições de trabalho precárias
Sistema de Saúde mais doente
Educação ao abandono

Isto tudo por causa da CRISE GLOBAL

Por outro lado, as grandes obras do governo:

Caso BPN
Caso BPP
Caso FREEPORT
Liberalização dos combustíveis

As maiores vergonhas de todos os tempos em Portugal. Tudo isto também devido à CRISE.

Mas quem paga a factura é sempre o mesmo, o Zé Povinho. Porque quem causa todas estas situações, até pode ser levado a Tribunal, mas como são senhores endinheirados acabam por corromper a justiça e são absolvidos. É o SISTEMA e MUITA GENTE PODEROSA com o rabo preso, acima da lei e à margem da dita “CRISE”.

Espero, meus amigos, que tenham um momento de reflecção, antes de cometerem os mesmos erros, que cometeram há 4 anos atrás. Estamos em véspera de Eleições, por isso pensem, se vale mesmo a pena continuar, a alimentar todos estes SENHORES.



De ferreira a 3 de Maio de 2010 às 15:54
Despedimento colectivo de 112 trabalhadoes no Casino Estoril
Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada nos respondem.
Mas referimo-nos também à Direcção-Geral da Inspecção-Geral de Jogos, entidade a quem cumpre fazer cumprir as normas legais da prática dos jogos, que não hesita em violar os imperativos da Lei nº 10/95, de 19 de Janeiro, para possibilitar à empresa o despedimento dos porteiros da sala de jogos tradicionais.


De Adryka a 13 de Novembro de 2011 às 11:05
Convenhamos que o Zé povinho, no qual eu me incluo, é responsável pelos políticos que temos...Eles estão lá, porque nós " O Zé povinho" os lá colocamos. Engraçado é que esquerda ou direita, todos sabiam que existia gastos a mais e nunca alertaram o povo!. Os políticos São o reflexo do seu povo, porque eles são exatamente como nós...


De Maria a 24 de Setembro de 2009 às 16:59
Concordo em absoluto. Quero até compartilhar acrescentar que se quiserem viver um terror absoluto então coabitem digamos 6 meses com um militante do bloco e vão experimentar o que é a degradação. Passei por esta infeliz situação em Coimbra enquanto estudante e garanto que me dá vontade de rir quando vejo os dignissimos representantes deste movimento apresentarem-se ao país dizendo que querem ser primeiros - ministros ou serem fundamentais para a votação de seja o que fôr. DEUS NOS LIVRE. Durante um ano habitei o mesmo tecto com uma infeliz representante deste partido , com um discurso chato, descaracterizado, que utilizava palavrões para descrever tudo desde supostos ideais de sociedade perfeita até aos " filhas da puta dos velhos que só servem para dar despesa". Regras de higiene eram mentira, a renda nunca chegava a horas porque o dinheiro era pouco para a droga que consumia descaradamente. Um belo dia chegámos a casa e tínhamos um hóspede espanhol que simplesmente não conhecia de lado nenhum mas com quem tinha simpatizado, provavelmente no meio de uma grande bebedeira. Tal alma desapareceu após uma discussão em que ameaçámos chamar a policia, razão pela qual fomos imediatamente apelidadas de fascizóides.O quarto dela ao fim de 3 meses parecia uma lixeira indescritível que nunca tinha tempo para limpar pois " estava sempre bastante atarefada" a salvar o mundo de seres tão pobres intelectualmente como nós, que tínhamos a ousadia de discordar das suas faltas de respeito constantes pela nossa privacidade e forma de pensar. Isto garanto-vos que é um retrato " soft " de uma situação que se tornou incomportável. São pessoas desprovidas de qualquer tipo de humildade, sempre donas da razão que para fazer valer a sua forma de estar e pensar têm comportamentos de uma baixeza e altivez absolutamente irritantes. Hoje sou mãe e comparo algumas atitudes do meu filho de 3 anos ao comportamento infantil e birrento dessa personagem sendo o mais evidente a necessidade de chamar á atenção e a tentativa de explorar os limites dos outros. Enfim, ao menos ele tem desculpa porque tem 3 anos. Não sou militante de nenhum partido e honestamente preocupa-me o resultado desta eleição pois atravessamos tempos extremamente difíceis em todos os sentidos. Não faço ideia nenhuma em quem devo votar mas de certeza que faço ideia em quem nunca votaria e o Dr. Francisco Louçã e seus comparsas são de certeza dispensáveis para um país que precisa urgentemente de esperança e confiança para termos ânimo para avançar, devagar é certo, mas sem medo de estarmos a depender das decisões de gente fundamentalista, agressiva, capaz de gerar tantas perturbações na sociedade que se torne impossível viver aqui.


De Bruno a 26 de Outubro de 2009 às 20:48
Pois, parece que os inteligentes são todos de esquerda, caso contrario somos todos burros, é falta de argumentos, mais nada.


De ferreira a 3 de Maio de 2010 às 15:55
Despedimento colectivo de 112 trabalhadoes no Casino Estoril
Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada nos respondem.
Mas referimo-nos também à Direcção-Geral da Inspecção-Geral de Jogos, entidade a quem cumpre fazer cumprir as normas legais da prática dos jogos, que não hesita em violar os imperativos da Lei nº 10/95, de 19 de Janeiro, para possibilitar à empresa o despedimento dos porteiros da sala de jogos tradicionais.


De AJ a 10 de Dezembro de 2009 às 23:08
Qual deve ser o papel do estado? É consensual que só existem duas alternativas: (i) estado assume o papel de providenciar com serviços próprios os bens comuns, ou (ii) estado pagador desses mesmos serviços prestados por privados. Ambos os modelos possuem virtudes e defeitos. Começando pelo segundo, e sem cair na deriva do favorecimento do individualismo como atributo negativo, há a apontar uma crítica que muitos actualmente fazem ao papel do estado em Portugal: a economia extremamente dependente do estado. Como é óbvio se o estado não tiver um papel no mercado e só pagar os serviços prestados cria-se uma situação de total dependência da economia face ao estado pagador de serviços. Acresce que este modelo tem como vantagem teórica a optimização dos recursos pelos privados, mas não podemos esquecer que isso implica o pagamento do lucro dessas empresas por serviços públicos. Adicionalmente, o estado pode neste modelo passar ao utilizador uma parte do pagamento do serviço público. Deste modo este modelo para funcionar deverá seguir um conceito de sociedade totalmente diferente do actual: impostos muito baixos, leis laborais mínimas, regulação forte e acima de tudo uma sociedade com ética e moral. Ora como qualquer pessoa racional pode concluir este modelo é instável por natureza. O exemplo dos EUA é exemplo disso. Além do mais, na prática com as imperfeições do sistema e da sociedade torna-se injusto socialmente, não existe igualdade de direitos e deveres entre ricos e remediados.
Antes de abordar o primeiro modelo convém salientar que em Portugal o partido do regime “democrático” PS quer o melhor dos dois modelos. Quer instaurar uma democracia que favorece as parcerias público-privadas. O que se passa, e com estes últimos governos se acentuou, é que a gestão privada (ou público-privada) tem uma série de vícios ligados precisamente com a falta de ética e moral da sociedade. As consequências estão à vista: Portugal é simultaneamente o país onde mais injusto socialmente, com menor rendimento per capita da zona euro, com população com menores conhecimentos (diferente de menores qualificações académicas), menor esperança de vida (e este indicador diz tudo sobre a capacidade da sociedade) e também o país onde as pessoas que pagam impostos pagam mais impostos (quando comparado com a qualidade dos serviços, preço dos serviços, etc.), o país mais corrupto e onde o papel regulador do estado é inexistente. O estado público-privado é asfixiante, estrangula e corrói a sociedade.
O primeiro modelo é no meu entender o mais virtuoso. Facto: Nunca li nenhuma notícia de jornal de uma empresa portuguesa que fosse exemplo no estrangeiro e que exercesse a sua actividade numa área de bem comum. Partindo deste ponto e retomando um texto que já escrevi, o papel das empresas não é substituírem-se ao estado, e muito menos criar riqueza virtual (controlada por poucos para benefício de poucos), a economia não pode ser controlada pelas finanças virtuais, mas sim pelas mais valias e pela utilidade das empresas. Ao estado o que deve ser do estado: o bem comum, é para isso que pagamos os nossos impostos. Não há justificação para que em sectores onde não há possibilidade de produzir mais valias, como os bens comuns, sejam empresas a gerir e a facultar esses serviços. Há sim uma necessidade do estado, assim como das empresas, de gerirem bem os seus recursos finitos. O papel das empresas é produzir riqueza com o progresso competitivo do país, e o do estado é dar suporte à sociedade de modo a esta não se ter de preocupar com o futuro.
Eu defendo uma clarificação entre os dois modelos. Assumam-se os partidos, não fiquem a meio caminho, no pântano!


De Sara a 13 de Junho de 2010 às 19:37
visite: http://ideias-para-um-portugal-melhor.blogspot.com/


De PP a 18 de Julho de 2010 às 06:27
So queria refirir que das poucas vezes que a politica comunista foi verdadeiramente aplicada, todo o mundo pode ver quais as consequencias e quais os resultados.


De maria marques a 6 de Julho de 2011 às 20:48
E agora ?
De quem é a culpa da descida ao lixo deste miserável país ?
Ah ! ...Claro !... Do Sócrates ! Se ele não existisse teria de ser inventado pela mediocridade portuguesa !
E eu até já descobri o real motivo ! É que o nome dele é de origem grega . O raio do homem !!! É o culpado de TUDO. Porque não o queimamos na fogueira ?!


De Vitor Costa a 29 de Dezembro de 2011 às 14:08
Caros Senhores, temos que ter em atenção que não só apenas os nossos líders também temos que ter atenção o cidadão comum. Digo porque quando, a título de exemplo, procuramos um café com um queque no cafe raramente nos dão factura, o que acontece é que sistemáticamente com este simples comportamento estamos a empobrecer o país!
Fica aqui um pequeno comentário do que penso:
http://www.politica.pt/newthread.php?do=newthread&f=37

Cumprimentos


De adolescente a 3 de Janeiro de 2012 às 14:36
olá a todos.esta é a primeira vez que escrevo neste blog.
eu sou uma adolescente que esta muito triste com o rumo que portugal anda a ter.porem acho que é bem feita portugal estar a onde está.
o português nunca está contente com o que tem, quer sempre mais e mais e mais, parece nunca ter fim.
primeiro de tudo o português é burro ate dizer chega e depois faz se de vitima, conclusão arranja sempre desculpas para as suas consequências.
primeiro não queria o socrates, agora não quer o ceolho nem o portas.
sabiam que portugal foi um dos paises mais ricos do mundo e como foi burro predeu tudo o que tinham.
devia acabar com as exportações pois assim o desemprego iria diminuir, portugal iria ter dinheiro e iria desenvolver o comercio e a industria e os priodutos seriam portuguese e os preços iriam diminuir conclusão tudo iria ficar bem.


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