Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006
Apoio a Freitas do Amaral
Finalmente, em Portugal, uma voz se ergueu em apoio a Freitas do Amaral...

freitas agressor.jpg
O Embaixador do Irão em Lisboa quer apagar Israel do mapa, negou o holocausto e considerou Freitas do Amaral uma pessoa sensata.

(figura original no Insurgente)


publicado por thestudio às 00:15
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006
É o Freitas do Amaral... mais palavras para quê?
Após o comunicado e as posteriores declarações de Freitas do Amaral, pensei que, vindo de quem vem, nada mais me poderia surpreender. Pois estava enganado. O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou hoje a propósito da polémica sobre os "cartoons" que "os maiores agressores dos últimos tempos somos nós". Não satisfeito com o seu brilhantismo, sugeriu ainda a realização de um campeonato de futebol como forma de ajudar a resolver o problema. Presumo que Freitas do Amaral pretenda jogar na posição de extremo esquerdo.

Confesso que começo a sentir reais dúvidas quanto à sanidade mental do titular da pasta dos Negócios Estrangeiros. Esta ideia do campeonato de futebol não lembrava nem ao diabo nos seus dias de maior inspiração.


publicado por thestudio às 05:58
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2006
Enquanto esteve calado não disse disparates...
freitas2.jpg


Após o seu patético comunicado em nome de Portugal, o senhor que continua de cócoras tentou emendar a mão, mas foi pior a emenda que o soneto. Começou por enaltecer a sua coragem ao tomar uma posição arriscadamente politicamente incorrecta. De facto é preciso coragem para tomar a atitude que tomou: uma posição de total subserviência em relação ao mundo Árabe e também aos Estados Unidos e ao Reino Unido, os quais estão dispostos a todas as concessões para apaziguar a fúria Islâmica em virtude do complexo de culpa que sentem pela invasão do Iraque. Porém, a verdade é bem distinta, a posição politicamente correcta é exactamente aquela que tomou, a de desculpabilizar os fundamentalistas Islâmicos por todos os desmandos.

O argumento que usou posteriormente em defesa da sua posição é aliás recorrente neste senhor: A posição que adoptou é uma derrota para Bin Laden, na medida em que retira a este razões para lançar ataques terroristas contra o Ocidente. Qualquer dia está a pedir-nos que apedrejemos as mulheres, que enforquemos os homossexuais e que incendiemos a embaixada da Dinamarca. Aí sim, seria uma verdadeira derrota para Bin Laden, o qual certamente teria dificuldades em encontrar terroristas dispostos a atacar um povo tão ordeiro e tão respeitador dos bons ensinamentos do profeta.

Prossegue este senhor, apelando a que sejamos inteligentes. Inicialmente não entendi porque não responde ele ao seu próprio apelo, mas depois ocorreu-me que do seu ponto de vista o inteligente é ele. Assim, não lhe bastou pôr-se de cócoras em representação do país, como ainda por cima chama estúpidos a quem não entende uma posição tão iluminada. É assim tão difícil entender que uma dúzia de “cartoons” não podem causar semelhantes reacções, irracionais ao ponto de atacar as organizações humanitárias que se encontram nos seus países apenas para os ajudar a viver melhor? O que sucede é que existe no mundo Islâmico uma cultura de ódio ao Ocidente pronta a explodir ao menor pretexto. Desta vez o pretexto foram os “cartoons” como poderia ter sido qualquer outro. Afinal, qual foi a razão para o ataque às torres gémeas? Também foram os “cartoons”? Felizmente que quem tem as armas somos nós, porque se fossem eles, duvido que estivessemos vivo.

Só me resta uma pergunta a este senhor: porque não ficou calado?


publicado por thestudio às 00:32
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2006
O senhor de cócoras não fala em meu nome
freitas.jpg

Se os muçulmanos têm razões para se sentir ofendidos pela publicação de cartoons num jornal Dinamarquês, razões para isso terão também os Portugueses que viram um senhor, que supostamente os representa, colocar-se de cócoras perante o fundamentalismo e a barbárie.

Já a propósito da adesão da Turquia à União Europeia, Portugal votou favoravelmente porque, disse este senhor, partilhamos os mesmos valores. Não sei quais os valores que este senhor partilha com o povo Turco. Talvez o anti-americanismo primário e a cultura popular que demoniza o Ocidente. Talvez os constantes atropelos aos Direitos Humanos. Talvez as perseguições políticas. Talvez a falta de liberdade de expressão. Talvez o anti-semitismo. Talvez o genocídio do povo Curdo. Talvez a admiração por Hitler (a obra Mein Kampf de Hitler é presença assídua nos tops de vendas). Já na altura gostaria de ter dito a este senhor que eu, tal como a maioria da população por quem ele falou, não partilho esses valores.

Desta vez, num comunicado já por demais comentado, afirmou que “Portugal lamenta e discorda da publicação de desenhos e/ou caricaturas que ofendem as crenças ou a sensibilidade dos povos muçulmanos”. Não afirmou lamentar nem discordar do comportamento dos imãs que divulgaram esses desenhos pelos quatro cantos do mundo nem afirmou lamentar nem discordar do comportamento das turbas que dirigiram a sua violência contra inocentes sem qualquer responsabilidade nessa publicação.

Assim, quero aqui declarar publicamente que esse senhor não me representa e que não fala em meu nome.

Este texto vem na sequência da iniciativa do bloguítica, que compilou uma lista de Portugueses em nome de quem este senhor não fala.

http://bloguitica.blogspot.com/2006/02/no-fala-em-nosso-nome-213-um-breve.html


publicado por thestudio às 04:09
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2006
O passo que se segue ao "casamento gay"


publicado por thestudio às 11:08
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Cartoons: Afinal, a culpa do fanatismo Islâmico é (mais uma vez) do Ocidente
Hoje em dia, deambula por aí uma classe de intelectuais,
cuja análise das questões internacionais parte sempre do inviolável dogma de que
o Ocidente é o culpado por todos os males do mundo. Se há fome no Bangla Desh, a
culpa é dos Ocidentais que lá introduziram o capitalismo ou lá não introduziram
o capitalismo. Se duas tribos africanas se desatam a matar uma à outra, a culpa
é dos Ocidentais que fizeram mal as fronteiras. Se uns terroristas Árabes
decidem lançar aviões contra as torres gémeas, a culpa é dos Ocidentais que os
fazem sentir-se tristes e oprimidos. Se Bin Laden comanda uma rede terrorista, é
porque são pobres por culpa do Ocidente. Basicamente, tudo o que fazem limita-se
a uma espécie de ginástica intelectual por forma a culpabilizar o Ocidente, seja
pela praga de gafanhotos no Chade ou por qualquer outro problema em qualquer
recanto do mundo.</p>

Em tempos, pelo nosso país era frequente contar-se a
anedota de um alfaiate que, um dia não tendo feito as calças à medida certa do
freguês, explicou ao freguês que eram as pernas deste não tinham as medidas
certas. Ora bem, esta classe de intelectuais, constatando que os seus dogmas não
são consentâneos com os factos, esforçam-se agora por explicar que são os factos
que estão errados.</p>


Um bom exemplo, é o texto publicado no blog “Deseperada
Esperança” e reproduzido pelo "Número Primo":</p>

"O Conselho Islâmico Britânico
(CIB) já veio dizer que nada tem a ver com esse grupo de pessoas
. Deveria
fazer uma condenação mais clara dessas atitudes. Parece evidente que quem leva a
cabo tais manifestações são os grupos radicais organizados, que aproveitam o
pretexto para promoverem a sua agenda. E por isso mesmo, uma organização como o
CIB deveria fazer o máximo por se distanciar dessas pessoas. Até por um aspecto
que raramente é tido em conta: os imigrantes muçulmanos que, na realidade,
querem gozar das liberdades do mundo ocidental
(...)"




Ora bem, antes de mais, não é minimamente verdade que os
imigrantes muçulmanos tenham imigrado por desejar gozar das liberdades (ou da
cidadania, como se diz no Acidental) Europeias. A razão foi e muito bem,
apontada pelo involuntariamente pelo candidato presidencial Mário Soares
enquanto elogiava o Modelo Social Europeu: Os imigrantes vêm para a Europa
porque querem beneficiar dos apoios Sociais que existem na Europa (casa, saúde,
abonos, rendimentos mínimos, etç) tudo pago pelos contribuintes Europeus e coisa
que nunca teriam nos seus países de origem. A título de exemplo, a comunidade
muçulmana na Dinamarca consome cerca de 45% das despesas sociais dinamarquesas.
Essa é a verdadeira razão que leva os imigrantes muçulmanos a fazer o sacrifício
de viver na terra dos infiéis. </p>

Passando ao segundo ponto: Será mesmo verdade que a maioria
dos muçulmanos condena o terrorismo e a violência anti-Ocidental, e apenas uma
pequena minoria o apoia? Inteiramente falso. Uma sondagem publicada pela revista
Diplo, no número de Setembro de 2005, revela que mais de 90% dos “British
Muslims” odeia os Ingleses e que a maioria aprovou os ataques terroristas em
Londres. Sondagens em França revelam igualmente a maioria da população muçulmana
possui ódio em relação aos Franceses. É por isso que organizações como a CIB são
vistas pelos muçulmanos (e não só) como verdadeiros fantoches a bailar ao som da
vontade do governo Britânico. Aliás são mesmo "forçadas" a proferir tais
afirmações para evitar males maiores.</p>

No entanto, é no parágrafo seguinte que se revela com maior
eloquência a qualidade da argumentação da já mencionada classe de intelectuais:</p>


"Veja-se o que acontece em França,
onde a diminuta mobilidade social condena quem deseja viver em França para
beneficiar de um modo de vida mais livre que o das ditaduras islâmicas, no
fundo, quem deseja "ser francês", a viver à mercê de quem foi para França, mas
que abomina e contraria um estilo de vida que é a base das nossas sociedades."




Os imigrantes muçulmanos têm culpa de odiar os Franceses?
Não, a culpa é da “reduzida mobilidade social” e portanto dos Franceses que são
afinal de contas os responsáveis por essa reduzida mobilidade. Aparentemente, o
simples facto de ter vizinhos muçulmanos "força" os muçulmanos a seguir a via do
fundamentalismo. Aparentemente, os muçulmanos não possuem consciência crítica
que lhes permita discernir o que está certo do que está errado por eles
próprios. Aparentemente, algo ou alguém impede os muçulmanos de se mudarem para
outras paragens se assim o desejarem, como fizeram por exemplo muitos
Portugueses que viviam nos banlieu dos arredores de Paris. E os
Portugueses que ficaram, possivelmente não aderiram ao fundamentalismo Islâmico
devido à "reduzida mobilidade social".</p>

Talvez o governo Francês devesse tê-los instalado (em casas
pagas pelo contribuinte Francês, claro) no Mónaco, na Riviera ou em Chamonix.
Nesse caso estaríamos agora a ouvir que a deriva fundamentalista dos muçulmanos
se devia ao facto de estes se encontrarem demasiado dispersos e desenraizados.
</p>


publicado por thestudio às 03:14
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2006
Filme turco apela ao ódio anti-americano e anti-semita
filme.jpg

Iraque: Um grupo de soldados Americanos irrompe pela celebração de um casamento e cravejam uma pequena criança de balas, em frente à sua própria mãe. Em seguida disparam indiscriminadamente sobre os convidados fazendo dezenas de vítimas inocentes, assassinam o noivo com um tiro na cabeça, e levam os prisioneiros para a prisão de Abu Ghraib. Aí, um médico Judeu arranca-lhes os órgãos, que serão vendidos em Londres, Nova Iorque e Tel Aviv.

Este é o bonito argumento do filme turco mais caro de sempre. Custou 10 milhões de dólares e é o último de um género de cultura popular que demoniza os Estados Unidos. Não está nada mal para um país Islâmico que pretende aderir à União Europeia.


http://aolsvc.news.aol.com/movies/article.adp?id=20060202084309990001


publicado por thestudio às 23:54
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Mais um caso de discriminação religiosa no Reino Unido
1359429.jpg
Sam Morris, foi impedida de frequentar a escola com um crucifixo ao peito. Porém, na mesma escola, alunos de outras religiões podem usar os seus símbolos religiosos.


Na Europa começa a assistir-se a uma verdadeira perseguição ao Cristianismo, sobretudo nos países onde o politicamente correcto impera. O campeão da discriminação parece mesmo ser o Reino Unido, país no qual os casos se sucedem. Eis mais um caso, retirado do blog Crepúsculo: No passado mês de Dezembro uma jovem de 16 anos, foi proíbida de frequentar a escola pelo facto de usar um crucifixo dependurado num colar, tendo por isso sido enviada para casa. No entanto, na mesma escola, aos alunos de outras religiões é permitido usar os seus símbolos regliosos.


http://www.sky.com/skynews/article/0,,30100-13475163,00.html



publicado por thestudio às 22:31
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2006
O socialismo em versão Aspirina
No blog herdeiro da boa tradição barnabéiana, pode ler-se a seguinte preciosidade,

"Num bairro pobre da chique Haarlem (a holandesa, a original), vive uma jovem senhora com o rendimento mínimo garantido. Cursou direito, mas detesta o foro e as secretarias, e ficou por ali. Faz uns biscates, umas coisas. Periodicamente, tem de apresentar contas ao município dos seus parcos réditos. Para a controlarem? Longe disso. Para lhe oferecerem cursos, todos gratuitos, cada um deles mais atraente. Para lhe perguntarem se não estará precisando duma nova máquina de lavar, ou de uns agasalhos melhores para o inverno. Que eles lhe oferecem, claro. Eu soube isto há dias, e fiquei fascinado. Se isto não é socialismo, então sou eu que sou parvo."

http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/01/

À qual, na caixa de comentários, como se uma cereja no topo do bolo, um leitor acrescentou que um cantão Suiço onde se usufrui de elevada qualidade de vida também "é socialista", visto proporcionar semelhantes benifícios aos seus cidadãos.

Há pessoas em cujas cabeças há coisas que não entram nem à martelada. Como é evidente, há que distinguir entre "modelos de criação de riqueza" e "modelos de distribuição de riqueza". Os países ricos, como a Holanda, a Suiça ou a Suécia, podem naturalmente aplicar "políticas de distribuição de riqueza socialistas" dado que possuem riqueza para distribuir. No entanto, não foi seguramente com o "modelo de desenvolvimento socialista" que atingiram esse nível de riqueza. Se desejarem de facto um exemplo de um país que aplicou o "modelo de desenvolvimento socialista", têm por exemplo a Coreia do Norte, onde segundo a ONU 70% da população sofre de carências alimentares.

Para terminar, o episódio descrito traduz a expressão lógica,

País Rico => Pode gastar dinheiro ("País Socialista")

e não a oposta:

País que gasta dinheiro (Socialista) => País Rico.


Não é a gastar muito dinheiro que alguém se torna rico, mas sim aqueles que já são ricos é que gastam muito dinheiro.


publicado por thestudio às 18:55
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Manipulação da opinião pública
Discorrendo pela blogosfera, deparei-me com um artigo no “Aspirina-C”
no qual se ensaiavam umas piadas secas sobre skinheads.

http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/01/traslademnos_por_favor_1.html#comments
</p>

Baseado numa notícia publicada no Portugal Diário, o autor
não conseguiu deixar claro se criticava a posição por estes alegadamente defendida (de que o Governo deveria de alguma forma apoiar os Portugueses residentes na África do Sul), ou se pelo contrário se tratava simplesmente de uma reacção primária sua.




Seja como for, seguindo o link,</p>


http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=639987&div_id=291
</p>

este jornal apresentava então um artigo com o título “Manif
de skins em Lisboa”, da autoria da jornalista Lisete Reis, acompanhado da foto
de um skinhead. Procurando mais informação sobre este assunto, não foi
necessário ir muito longe para constatar que a notícia publicada pelo Portugal Diário era afinal falsa. Houve uma vigília promovida por um partido político e por um grupo de cidadãos, e não uma “manif de skins” como se pode verificar pela foto. A foto de um "skin" que nada tinha a haver com o assunto, junto ao artigo, não passou de um requinte de falta de profissionalismo jornalístico.




Resize of manifpnr.jpg

O articulista do blog Aspirina B tem todo o direito de
ensaiar os gracejos que lhe apetecer, ou de emitir as opiniões que bem entender.
O mesmo não se passa no entanto com a jornalista Lisete Reis. Antes de mais
porque uma notícia não é um artigo de opinião, um artigo de opinião é subjectivo
ao passo que uma notícia deve ser objectiva, e depois porque um jornalista se
encontra abrangido por vínculo profissional.


A um jornalista exige-se que seja isento, objectivo e
imparcial, e quem não possui estas qualidades será provavelmente melhor que se
dedique a qualquer outra actividade. Resta saber se a senhora Lisete Reis é
simplesmente incompetente ou se, mais grave que isso, usa o poder de que dispõe como
jornalista para tentar manipular a opinião pública e promover os seus ideais políticos. Já que não tem respeito pelas pessoas visadas, a senhora Lisete Reis deveria pelo menos ter
respeito pelos seus leitores, aos quais impingiu uma notícia falsa.



publicado por thestudio às 02:08
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