Sábado, 16 de Abril de 2005
Base ideológica do Bloco de Esquerda
O Bloco de Esquerda é um partido ideologicamente confuso. Com efeito, a sua matiz ideológica assenta em duas pedras basilares distintas, desconexas e por vezes antagónicas. São elas um “Marxismo lato”, no sentido em que engloba tudo o que apresente vagas semelhanças com as ideias originais de Marx, e um hiper-liberalismo que se estende a todas as vertentes da sociedade, excepto à económica. Este hiper-liberalismo bloquista advoga que tudo deve ser permitido a todos, excepto naturalmente aos que professam pontos de vista discordantes dos seus. O Marxismo lato e o hiper-liberalismo são ambos intrinsecamente inconsistentes e incompatíveis um com o outro. Apesar de tudo, são os dois ingredientes principais da sopa ideológica bloquista. Ingredientes secundários, como que a condimentar, existem três: A demagogia populista, uma intolerância “religiosóide” e o fundamentalismo utópico politicamente correcto. A demagogia populista consiste na realização de promessas manifestamente impossíveis de concretizar e que o BE não tem sequer ideia de como tentar concretizar. Um bom exemplo desta demagogia populista-bloquista é a promessa de reduzir o desemprego quando as medidas propostas pelo BE conduziriam indubitavelmente a um aumento do desemprego. A intolerância religiosóide revela grandes semelhanças com qualquer profissão religiosa e com as ditaduras que marcaram o século XX na Europa. O BE considera-se dono da verdade e não aceita que alguém possa manifestar opiniões contrárias. Um bom exemplo foi dado pelo seu líder vitalício Francisco Louçã no debate com Paulo Portas. Por fim, o fundamentalismo politicamente correcto que defende de forma cega as causas politicamente correctas, normalmente absurdas, utópicas e frequentemente deslocadas da realidade, próprias de quem vive num universo paralelo.


publicado por thestudio às 18:01
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Gang toma de assalto a "Casa galega"
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"Foi aterrorizante. Entraram como ratazanas. Tudo aconteceu pelas 23h00. Cinco homens pararam o Renault Megane em que iam (roubado no Cacém), nas imediações do restaurante. Quatro encapuzados saíram da viatura, armados com uma pistola e três facas. Quinze pessoas foram assaltadas, ficando sem dinheiro e artigos pessoais."

"A PJ investiga o caso, suspeitando-se que entre os assaltantes possam estar um ou mais indivíduos recentemente saídos da cadeia."


publicado por thestudio às 06:21
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Mais um Português assassinado
Nuno Varandas, um engenheiro químico de 34 anos, foi vítima de um assalto e acabou assassinado à porta do prédio onde vivia, ontem (quinta feira). Este caso não se passou na África do Sul mas sim no Bairro dos Poetas em Oeiras. Trata-se de uma urbanização recente e habitada maioritariamente por casais jovens, mas infelizmente com alguns bairros problemáticos nas cercanias.

É de felicitar a comunicação social que tanto barulho faz cada vez que um Português é assassinado na África do Sul ou na Venezuela, mas que omite cuidadosamente a notícia quando o caso se passa em Portugal. Isto com a melhor das intenções, claro: É para não alarmar a população.


publicado por thestudio às 06:11
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2005
Evolução
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O processo de evolução do Homem faz recordar a Assembleia da República... na Extrema Esquerda temos o BE, aqui representado não se percebe bem se pelo Louçã ou pela Ana Drago (não dá para ver a imagem toda). Ao lado está o PCP, cujo eleitor-tipo é um pouco mais evoluido: as suas mãos já não tocam no chão. Ainda do lado esquerdo está o PS, aqui representado pelo Engenheiro Sócrates de cacete na mão. No centro mas já do lado direito está o PSD, e por fim na bancada mais à direita está o homem moderno em representação do CDS-PP.


publicado por thestudio às 02:42
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2005
Criminalidade galopante
O aumento da criminalidade, com particular incidência para a criminalidade violenta, foi o tema do programa Prós e Contras, transmitido segunda feira na RTP 1. A transmissão de um programa sobre este problema, um dos mais graves que aflige a sociedade portuguesa, e em horário nobre é sempre de louvar. Só é pena que, tal tenha apenas acontecido devido à insistência dos responsáveis pelas instituições policiais, e após a morte de três agentes da autoridade no exercício das suas funções num curto espaço de tempo.


Num passado recente aconteceram coisas perfeitamente inimagináveis, que apenas pensaríamos poder ocorrer nos filmes americanos ou em países do terceiro mundo. Comboios tomados de assalto com centenas de passageiros assaltados de uma só vez ou o reconhecimento por parte da polícia da sua incapacidade em entrar em determinados bairros problemáticos, onde na prática a lei vigente acaba por ser a lei dos criminosos, são apenas dois exemplos. A população, como no programa de segunda feira ficou bem patente, sente-se insegura e tem medo de frequentar muitas zonas da grande Lisboa, em especial à noite. Pessoas que se sentem prisioneiras nas suas próprias casas e se refugiam nas zonas mais interiores quando ouvem tiros lá fora. Isto não se passa em Bagdad, mas sim no concelho da Amadora.


Apesar de tudo, a criminalidade continua a ser um tema tabu em Portugal. Com efeito, o tema da criminalidade esteve praticamente ausente da recente campanha eleitoral, tendo o PNR sido praticamente o único partido a aflorar o tema. A razão de tudo isto é muito simples: Falar em criminalidade é politicamente incorrecto, pois a maioria dos crimes são cometidos por toxicodependentes e por minorias étnicas, duas “espécies protegidas” em Portugal. E quando se é obrigado a falar, foge-se sempre ao essencial da questão, como nesta segunda feira aconteceu. As individualidades presentes foram lestas em identificar os chamados “bairros problemáticos” como fonte do problema, mas ficaram-se por aí... Neste país talvez não haja declaradamente censura, mas há seguramente auto-censura.


Um levantamento do semanário Expresso sobre os ditos bairros problemáticos identificou onze destes bairros. Segundo o mesmo Expresso, destes onze, oito são habitados por indivíduos de origem africana, dois por uma mistura de indivíduos de etnias africanas e cigana, e um por diversas minorias étnicas. Ainda assim, os analistas não conseguiram encontrar uma relação de causalidade entre a imigração descontrolada e a criminalidade. E enquanto continuam a brincar ao faz de conta, fingindo que não vêem o que vêem, há pessoas que continuam a ser assassinadas, violadas e assaltadas por bandos de criminosos.


publicado por thestudio às 23:49
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Terça-feira, 12 de Abril de 2005
Aborto: Direito de escolha às mulheres
Um argumento recorrente usado pelos defensores da despenalização do aborto é o de que “o aborto não é crime”. A este pode somar-se o desejo incessantemente repetido do líder trotskista Francisco Louçã, de que “nunca mais uma mulher seja julgada em Portugal por abortar”.

Mas o que implicam realmente estes, chamemo-lhes, argumentos? Vejamos, se o aborto não é crime, não o será após cinco semanas de gravidez, mas também não o será após nove meses de gravidez, por exemplo no dia imediatamente anterior ao parto. Se o grande educador da classe abortista Francisco Louçã, defende que uma mulher nunca deverá ser julgada por praticar um aborto, infere-se de imediato que também não o deverá ser caso o aborto seja efectuado após nove meses de gestação.

Acontece que um bebé imediatamente antes do parto é em tudo igual a um bebé imediatamente após o parto, com a única diferença que se encontra agora fora do útero materno e sendo alimentado através de amamentação. Portanto, quem usa estes argumentos está de facto a defender a legalização dos homicídios de bebés.

Resta ainda uma dúvida. Uma mulher que dê à luz prematuramente, por exemplo ao fim de sete meses de gestação, estará a ser discriminada visto ter tido menos tempo para efectuar o aborto. Será que a lei deverá ainda conceder a esta mulher dois meses para se desembaraçar do recém-nascido?

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Jovem abortadeira manifesta-se em Setúbal contra a limitação da capacidade de decisão das mulheres.

E para terminar, mais uma pequena questão. Com a lei como se encontra actualmente, uma mulher grávida tem à sua frente três opções distintas: Ou leva a gravidez até ao fim, ou recorre a um aborto clandestino, ou desloca-se a Espanha para efectuar um aborto numa clínica especializada. Caso o aborto seja despenalizado, a mulher ver-se-á restrita a duas opções, ou leva a gravidez até ao fim ou efectua um aborto assistido em ambiente hospitalar. Chega-se portanto à conclusão de que, despenalizar a interrupção voluntária da gravidez constitui de facto uma limitação à capacidade de decisão da mulher.


publicado por thestudio às 02:36
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Casa dos horrores
Uma leitora do Política XIX disse em comentário ao texto "Oito razões a favor do aborto" que este blog anda a parecer a casa dos horrores... Concordo. Mas quando se fala sobre o Francisco Louçã, Ana Drago e companhia, o que mais poderia parecer senão uma casa dos horrores?


publicado por thestudio às 01:10
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2005
Oito razões a favor do aborto
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Oito razões para votar a favor da despenalização do aborto: Ana Drago, Helena Pinto, Luis Fazenda, Francisco Louçã, Fernando Rosas, Miguel Portas, Alda Macedo e outra abortadeira cujo nome não me recordo.


publicado por thestudio às 02:07
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2005
Mugabe, o revolucionário
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O revolucionário Robert Mugabe

Robert Mugabe, o revolucionário que liquidou os capitalistas (e a economia) no Zimbabwe não é só amado pelos bloquistas. É também amado pelo seu povo, que agora passa fome à sua conta. A prova disso é a forma clara como mais uma vez conseguiu a maioria dos 150 deputados em disputa nas eleições legislativas da semana passada.

Mugabe, à partida começou logo com 30 deputados, estando a votos os restantes 120 lugares, a ser eleitos num universo de cerca de seis milhões de eleitores. Consta que mais de um milhão de eleitores já falecidos se encontram ainda nos registos eleitorais tendo todos eles votado no actual presidente, mesmo aqueles que este assassinou. Cerca de 300 000 eleitores apoiantes do presidente estavam inscritos nos cadernos mais que uma vez, tendo cada um deles votado diversas vezes. Desta vez tudo correu bem, nem foi necessário colocar homens armados à porta das assembleias de voto para disparar sobre os eleitores da oposição.

A única nódoa nesta brilhante vitória eleitoral foi mesmo o facto dos racistas da oposição e da União Europeia terem protestado por alegadas irregularidades no processo. Mas sabem lá eles o que é a verdadeira democracia...


publicado por thestudio às 01:22
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Quarta-feira, 6 de Abril de 2005
Possível comunicado do Bloco de Esquerda
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O Bloco de Esquerda considera que os jovens e adolescentes são pessoas conscientes e responsáveis pelo que deveriam ter o direito de votar. Deveriam também ter o direito a tomar decisões relevantes para a sua vida, tais como fumar charros ou praticar actos sexuais. O Bloco de Esquerda defende também o direito de cada pessoa à livre orientação sexual, seja com homens, com mulheres ou com crianças. A pedofilia não é crime! Que nunca mais haja homens humilhados em tribunal, forçados a contar pormenores da sua vida íntima, apenas por terem abusado sexualmente de crianças.

O Bloco de Esquerda considera também que se está a dar demasiada importância ao caso de pedofilia na Casa Pia. A Polícia Judiciária em vez de investigar os eventuais actos pedófilos deveria sim proceder a buscas nos sótãos das instalações da Casa Pia, no sentido de procurar crucifixos. Isso sim é verdadeiramente inaceitável, a presença desses símbolos religiosos em instituições públicas como a Casa Pia. A presença dos crucifixos, mesmo que escondidos num qualquer canto obscuro, podem traumatizar as crianças e os jovens para o resto da vida!

E por agora é tudo, antes do ganza break.


publicado por thestudio às 04:53
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Esta democracia vai de vento em popa !
“José Carrajola e Olga Teles, casal de etnia cigana de Vila Franca de Xira, queixam-se de discriminação racial por parte da Invista, sociedade de mediação imobiliária, na aquisição de um imóvel.

A história remonta a 2004, quando José e Olga se dirigiram à agência para comprar um imóvel. Numa primeira abordagem, a Invista fez a reserva para o casal. “Há documentos que provam a reserva do imóvel”, disse ao CM João Henriques. O casal deixa o contacto telefónico para uma reconfirmação. Quando há novo contacto, a resposta é negativa – segundo a empresa, a casa já tinha sido comprada.”

O caso foi denunciado ao Alto Comissário para a Igualdade, Padre António Vaz Pinto, que já se pronunciou. Condenou a imobiliária ao pagamento de uma multa de 3500 euros e a uma punição extra – colocação de um placard, nos escritórios da empresa, a dizer: “Nesta empresa não se praticam actos discriminatórios”.”

Texto retirado do jornal Correio da Manhã


Um imóvel só fica realmente reservado pelo comprador quando este assina a escritura. Até lá é assinado o contrato de promessa de compra e venda, mas este pode em qualquer altura ser denunciado pelo vendedor mediante a devolução do dinheiro adiantado pelo comprador e o pagamento de uma indemnização de igual valor.

No caso noticiado não foi sequer assinado nenhum contrato entre as partes.
Os “documentos que provam a reserva do imóvel” não têm qualquer valor legal e mesmo que tivessem, o vendedor poderia em qualquer altura cancelar essa reserva visto não ter sido ainda efectuado qualquer pagamento. A agência imobiliária agiu dentro da lei e casos destes acontecem todos os dias. Eu conheço até casos de vendas canceladas após a assinatura do contrato de compra e venda sem que ao comprador tenha sido dada qualquer satisfação. A particularidade deste caso é a dos compradores serem de etnia cigana, e aparentemente as leis válidas para o resto da população Portuguesa não são aqui aplicadas. A ter havido discriminação racial, não foi por parte da agência imobiliária, a qual agiu dentro da lei e fez o mesmo que faz com muitos clientes, mas sim do Alto Comissário para a Igualdade que atribui a certos indivíduos direitos especiais em virtude do grupo étnico a que pertencem.


O texto original dá ainda a entender que o Padre Vaz Pinto julgou sumariamente a agência imobiliária, sem ouvir sequer a versão da defesa, sem quaisquer provas que não sejam a palavra da acusação e sem levar em conta que a agência procedeu dentro da lei. A ser verdade, estão a acontecer coisas em Portugal que eu só julgava possíveis em países como o Zimbabwe, a Coreia do Norte ou o Iraque nos tempos de Saddam Hussein.

Com os melhores cumprimentos!


(Texto enviado também por email ao Padre Vaz Pinto)


publicado por thestudio às 04:06
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O Bloco de Esquerda e a pedofilia
O Bloco de Esquerda, partido que gosta de dar palpites sobre tudo e mais alguma coisa, mantém um estranho silêncio sobre o problema da pedofilia em Portugal. A opinião do BE sobre o assunto parece ser quase um segredo de Estado, ou neste caso, um segredo de partido. Ainda assim, e atendendo às opiniões expressas esporadicamente por alguns dos seus dirigentes, é possível ter uma ideia do que poderá ser a posição oficiosa do partido.

A intelectual e ideóloga bloquista Ana Drago afirmou há dias que “o sexo só é sujo quando as pessoas não se lavam”. Portanto, desde que os pedófilos se lavem, o abuso sexual de crianças é limpo, pelo menos aos olhos da dirigente bloquista.

Outra das posições incessantemente repetidas pelos dirigentes bloquistas é a defesa da liberdade de escolha no que diz respeito à orientação sexual. Há quem esteja orientado para mulheres, quem esteja orientado para homens e quem esteja mais orientado para crianças. Afinal, quem acha “normal” que um homem se sinta atraído por outro homem terá também que achar “normal” que se possa sentir atraído por uma criança. Talvez o BE esteja apenas à espera do momento ideal para advogar a liberdade de escolha neste aspecto. Até lá, os pedófilos podem continuar a contar com o BE, pelo menos com o seu silencio.


publicado por thestudio às 01:35
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Terça-feira, 5 de Abril de 2005
Carta da “República e Laicidade” à Ministra da Educação
Seguramente que a grande maioria, ou mesmo a totalidade dos leitores, não conhecerá uma certa associação cívica denominada “República e Laicidade”. Como já referi anteriormente, um dos métodos de acção privilegiados do Bloco de Esquerda em particular e da Esquerda Fundamentalista em geral, consiste na criação de “associações cívicas” que têm por objectivo pressionar os órgãos de soberania sob a capa de grupos de cidadãos independentes, por forma a que estes tomem decisões defendidas por estes grupos minoritários e contrárias às opiniões da maioria da população. Assim, não será de estranhar que nesta obscura “associação cívica” pontifique o nosso conhecido Fernando Rosas.


Como o próprio nome indica, esta associação tem por único objectivo extravasar todo o ódio e intolerância dos Esquerdistas em relação à Igreja Católica. Neste momento, o problema do país que mais preocupa esta associação é a presença de crucifixos em algumas escolas, crucifixos que lá se encontram há já largas dezenas de anos mas que “30 anos depois do 25 de Abril” ainda lá continuam. Um problema gravíssimo que coloca em causa o desenvolvimento do país e o bem estar da população. Consideram pois que estes crucifixos, que afinal traduzem também a nossa cultura e as nossas tradições, devam ser retirados para satisfazer a intolerância desta meia dúzia de fanáticos. Com este propósito, a dita organização enviou uma carta à Ministra da Educação, a qual diga-se de passagem, constitui um verdadeiro hino ao disparate.

http://www.geocities.com/republaicidade/Comunicados/ME.htm

A carta é composta por três partes que passo a abordar em seguida. Na primeira parte, a associação cívica limita-se a bajular a ministra, pelo que não tem qualquer interesse para a discussão.

Na segunda parte, esta recém-criada associação, consciente de ser uma total desconhecida, apresenta-se à ministra.

Na terceira parte finalmente colocam à Senhora Ministra da Educação a questão que tanto os preocupa.

No ponto um, afirmam que a sua associação (apesar de completamente desconhecida do público) se viu recentemente inundada de protestos de pessoas que se sentem incomodadas pela presença de crucifixos nas escolas. Aliás, faz todo o sentido que estas pessoas tenham preferido enviar a sua reclamação a uma associação desconhecida e sem qualquer poder, em vez de o fazerem às entidades competentes.

No ponto dois, a associação alega receber insistentes reclamações sobre a ocorrência de missas e rituais religiosos na escola, em horário escolar e envolvendo os alunos. Possivelmente os estudantes até são obrigados a comungar diariamente. Só não falaram em rituais satânicos porque seria difícil imputar as culpas à Igreja Católica. Mais uma vez, não tal não abona muito em favor da sanidade mental dos encarregados de educação que reportaram estes casos a uma associação desconhecida em vez de o fazerem às entidades competentes.

No ponto três, explica-se que os encarregados de educação queixosos nada mais fazem a não ser contactar esta abscôndita associação cívica por temer represálias por parte do meio escolar em geral. De onde se conclui que a larga maioria do meio escolar deseja de a presença dos crucifixos nas escolas e temos portanto uma confissão clara dos princípios antidemocráticos que norteiam esta associação cívica.


Os pontos quatro, cinco, seis e sete, sobre leis e Constituição, apenas fazem sentido se de facto ocorrem as tais missas clandestinas nas escolas e a que os alunos são obrigados a assistir. Como qualquer pessoa com mais de dois neurónios se apercebe imediatamente tratar-se de uma invenção desta associação cívica em bom estilo bloquista, são quatro pontos que não merecem mais comentários.

O ponto oito é um exercício de demagogia no qual se dá largas à imaginação e se explica que devido à “mobilidade” (leia-se imigração ilegal) devemos renegar à nossa cultura e tradições por forma a que os imigrantes ilegais se sintam felizes no nosso país.

Por fim, no ponto nove a Ministra é instada a enviar uma circular com instruções aos estabelecimentos escolares para que as ordens desta “associação cívica” sejam cumpridas.


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O crucifixo pendurado sobre o quadro constitui uma grave ameaça para os alunos: Pode cair em cima da cabeça de algum deles


Talvez fosse melhor a estes fanáticos preocuparem-se com as doses industriais de charros fumados pelos bloquistas em idade escolar que com meia dúzia de crucifixos perdidos em paredes de escolas desde tempos imemoriais.


publicado por thestudio às 05:35
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2005
Zimbabwe: Mais um estrondoso sucesso do comunismo
Mugabecomuna.jpg
Robert Mugabe é um ídolo para a Esquerda Portuguesa


Robert Mugabe, é um daqueles líderes carismáticos para quem os comunistas, quer os mais ortodoxos do PCP, quer os mais modernaços do BE, não podem deixar de olhar com a maior das admirações e o maior dos respeitos.

Mugabe encarna tudo aquilo pelo que os esquerdistas do PCP e do BE sempre se bateram. Foi ele quem liderou a luta anti-racista no Zimbabwe: Os brancos foram expoliados, perseguidos e assassinados, tendo a maior parte deles acabado por fugir do país. Aquilo a que noutras circunstâncias se poderia chamar limpeza étnica foi neste caso uma genuína luta contra o racismo.

Mugabe empreendeu também no país as reformas sociais sempre defendidas pelos esquerdistas da nossa praça, e capazes de encher de orgulho qualquer marxista que se preze: Acabou com os capitalistas proprietários das lucrativas fazendas do país e colocou o sector produtivo nas mãos do povo. O resultado não se fez esperar. O Zimbabwe era um dos países mais ricos de África sendo conhecido como o “celeiro da África Austral”. Hoje o Zimbabwe é um dos países mais pobres do mundo, onde a fome e a pobreza são generalizadas e com uma taxa de desemprego acima dos 70%. Curiosamente, este foi precisamente o cenário que eu previ para Portugal caso o BE ganhasse as eleições:

http://politicaxix.blogs.sapo.pt/arquivo/490735.html

Zimbabwe... um país onde bloquistas e comunistas gostariam de viver.


publicado por thestudio às 03:50
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2005
Cuidado meninas... Violador à solta em Lisboa!!
curandeiro.jpg
Meninas... se virem este energúmeno com uma lata de spray na mão... cuidado!

Uma jovem de 23 anos, com problemas amorosos, resolveu recorrer a forças sobrenaturais para solucionar esses mesmos problemas. Telefonou a um curandeiro altamente qualificado radicado em Portugal e marcou uma consulta. Porém as coisas não lhe correram da melhor forma...

Uma vez chegada à barraca onde funciona o consultório, o curandeiro aplicou-lhe um spray paralisante tendo posteriormente violado a jovem a seu belo prazer. Após queixa da jovem, a polícia actuou de imediato tendo rapidamente identificado o violador. O violador, tomando os polícias por deficientes mentais, explicou-lhes que teria sido a jovem quem tentou abusar dele, mas que ele resistiu. A polícia acabou por apreender ao energúmeno sete sprays paralisantes e três sprays neutralizantes.

O violador tem assim mãos livres para continuar as suas actividades (desde que já tenha refeito o seu stock de sprays), ao passo que a jovem se encontra internada no hospital traumatizada e em estado de choque.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=155163&idselect=10&idCanal=10&p=94


publicado por thestudio às 20:35
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A simbiose perfeita entre manifestantes e sensacionalistas
Que danos poderão causar um bando de sete manifestantes? Aparentemente nenhum. É de todo lógico pensar que os arruaceiros precisem de se constituir em grupos numerosos por forma a causar distúrbios de uma forma eficiente. Porém tal não é inteiramente verdade. O aparecimento de um outro grupo de inúteis da sociedade, os “jornalistas” sensacionalistas, proporciona aos manifestantes condições propícias para que as suas acções tenham um grande impacto sobre a sociedade, mesmo que estes manifestantes sejam em pequeno número. E se por um lado os manifestantes precisam dos sensacionalistas para potenciar as suas actividades, por outro lado os sensacionalistas precisam também dos manifestantes para “criar” os factos noticiosos com que intoxicam a opinião pública. É a simbiose perfeita entre arruaceiros e sensacionalistas.

Mas como se processa esta simbiose? É simples. Antes de mais, os arruaceiros constituem-se em pequenas Organizações Não Governamentais (ONGs) que não são mais que apêndices do PCP e do BE, mas que lhes transmitem um falso aspecto de credibilidade. Por exemplo, hoje à porta do tribunal de Setúbal manifestaram-se algumas dezenas de membros do PCP e do BE, porém o que foi dito à opinião pública, foi tratar-se de um grande número de “associações cívicas” como a UMAR ou a Não te Prives e até mesmo a CGTP, todas elas ramificações dos referidos partidos.

Os “jornalistas” sensacionalistas são então atraídos a estes bandos Esquerdistas como se fossem moscas. Cheira-lhes a sangue e como qualquer necrófago, lá estão eles à espera do que poderá acontecer. Que interesse jornalístico poderá ter a concentração de sete gatos pingados em frente ao portão de uma empresa, como no caso da Vicaima? Absolutamente nenhum. O facto é criado pelos próprios jornalistas com a sua presença.
Os jornalistas proporcionam a estes manifestantes um considerável tempo de antena em horário nobre, e como agradecimento, os meliantes provocam distúrbios que irão encher os telejornais e os sensacionalistas de felicidade. No caso da Vicaima, os manifestantes alegando suspeitas (dos próprios manifestantes, claro) de que a empresa poderá estar a usar madeira ilegal, acorrentaram-se aos portões da empresa, impedindo a entrada dos empregados e forçando à intervenção da polícia. Entretanto a empresa e o país perderam milhares de euros, coisa que como é natural não interessa aos manifestantes nem aos sensacionalistas. Evidentemente que os arruaceiros só tomam semelhantes atitudes porque sabem que tal lhes irá proporcionar um lugar de destaque nos telejornais. Caso não contassem com a cumplicidade dos jornalistas, ser-lhes-ia inútil provocar distúrbios.

Consequência lógica dos factos, um dos administradores da Vicama acabou por se exaltar e por tentar afastar um dos operadores de câmara da SIC. Os tresloucados responsáveis da SIC consideraram então que tal corresponde a uma violação ao seu direito de informar, punível com uma pena de prisão até dois anos, e apresentaram a respectiva queixa. Não deixa no entanto de ser anedótico o facto de que, a própria reportagem da SIC é a prova de que não houve qualquer limitação à informação e que, como tal, a sua queixa é totalmente improcedente.

A este propósito, no seu blog, também os barnaburros zurraram insultos contra a polícia e contra os empresários. “O que mais me envergonha é sórdida GNR” disse um inculto. Outro, mais ortodoxo, argumentou: “A VICAIMA, em conjunto com a JOMAR e o Grupo FINIBANCO, está ligada à 16ª fortuna nacional – ÁLVARO PINHO DA COSTA LEITE -, de acordo com a edição de 2004 da revista EXAME com o ranking dos mais ricos de Portugal. Diz a Exame: “É irmão de Ilídio Pinho e de António, Armindo e António Pinho da Arsopi. Construiu a pulso a sua ascensão bilionária que tem como principal suporte os negócios na indústria das madeiras.”” Afinal, o que move ideologicamente estes barnaburros é mesmo um ódio irracional contra quem subiu na vida a pulso e cujo mérito contrasta com a sua própria mediocridade.


publicado por thestudio às 00:30
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